Simone Cunha, especial para o iG – 05/07/2011

A vontade de se vingar, como a que domina Norma, de “Insensato Coração”, pode desencadear problemas físicos e emocionais.

Há quem apóie a personagem por achar que ela busca a justiça. Outros, perdoam porque acreditam que o sofrimento a deixou amarga. Todos concordam que Leo merece uma lição. Mas até que ponto ‘dar o troco’ é válido?

“Na vingança está embutido o sentimento de fazer o outro sofrer. Em geral, contém elementos de raiva, ódio e vergonha”, analisa Luiz Cuschnir, psiquiatra do IPq – Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de

Site Abílio Diniz – 09/06/2011 – Mariana Teodoro

Relações estáveis proporcionam bem-estar.

Está comprovado: o afeto e a cumplicidade do namoro fazem muito bem à saúde. Não é a toa que especialistas chamam a atenção para a importância de dar e receber carinho em tempos de relacionamentos instáveis e sem compromisso. “Ter alguém que sabe onde o outro está, que pergunta sobre o seu dia-a-dia e o apóia constantemente pode ajudar a apaziguar as angústias e exigências impostas pela vida”, afirma o psiquiatra e psicoterapeuta Dr. Luiz Cuschnir. Segundo o médico, alguns estudos recentes mostram que a estabilidade de uma

Guia da Semana – Leonardo Filomeno – maio/2011

Emocional

Guia da Semana: Quais as principais dificuldades que um homem que acabou um relacionamento passa?

Luiz Cuschnir: As dificuldades são correspondentes ao nível de envolvimento e principalmente ao tempo de duração de um relacionamento, especialmente se for algo mais estruturado como um casamento ou estar morando com alguém etc. Divide hoje, com o desemprego, os motivos principais para a depressão masculina. Para o homem, pesa muito o desmanchar a família e perder o convívio constante com os filhos. Também o final do casamento é o fim do papel de provedor, fim

Cuidar dos outros é importante e muitas vezes necessário, porém desde que você imponha limites para não se anular. Saiba como cultivar o bem-estar da família e os seus interesses pessoais sem se esgotar.

Uma por todos

Não bastassem as preocupações das mulheres com a administração da casa, a rotina de cuidados com o marido e os filhos e a dedicação ao trabalho, muitas vezes ainda é preciso se responsabilizar por outros familiares. Há casos que exigem atenção constante como, por exemplo, os pais ou sogros doentes ou viúvos; os irmãos ou cunhados com problemas financeiros; os sobrinhos que necessitam

Site Abílio Diniz – Mariana Teodoro – 10/03/2011

Como conciliar o lado pessoal com o profissional?

Adiar os planos de construir uma família para se dedicar à carreira ou abrir mão da profissão para casar e ter filhos? Ter sucesso no emprego ou priorizar a relação amorosa? Se você é uma dessas mulheres que sofrem com a divisão de sentimentos entre casa e trabalho, saiba que você não está sozinha. Atualmente, o drama para tentar conciliar o lado profissional e o pessoal é um dos que mais perturbam as mentes femininas. Embora não exista uma fórmula mágica para acabar de

Folha Equilíbrio, março/2011, Juliana Vines

Dr. Luiz Cuschnir comenta sobre o livro “Deixe os homens aos seus pés” – de Marie Forleo

  • Jogue fora as regras. Esqueça aquelas regras que sua avó dizia, como não ligar para um homem nunca, não dar o primeiro passo e não convidar um homem para ir a sua casa.
    Luiz Cuschnir: Você pode estar perante um homem mais tímido, que teria muito interesse em você, mas não consegue vencer a barreira com medo de ser rechaçado.
  • Esqueça seu público-alvo. Escreva sua receita do que seria o homem

IG Delas – Comportamento – 01/2011

Ele trocou a cervejinha do final do dia por três cervejinhas. Houve aquele domingo em que explodiu por causa do controle remoto, uma bobagem. Sem contar as horas extras no trabalho. Mas nunca reclamou de nada. Ela bem que tentou conversar. Reclamou com ele, com as amigas, com a sogra, com a manicure. Ela estava só tentando resolver uma crise. Ele também. Sim, características individuais à parte, homens e mulheres lidam com seus problemas de maneiras diferentes. E, sim, como o cotidiano indica, os homens tendem a ser mais fechados

O Estado de São Paulo – 10/07/10

Luiz Cuschnir, supervisor do Serviço de Psicoterapia do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, fala das agruras da mulher quando tem de decidir entre ter ou não ter um filho.

A mulher precisa ser mãe para se sentir completa?

É quase impossível dizer que ser mãe completa a mulher. Há muitas que são mães, mas sempre buscam e esperam várias outras coisas da vida, que correspondem ao reconhecimento de suas qualidades e sentimentos. Agora, a maternidade dá a sensação de completude sim, de completar mais um pouco (ou bastante).

21 de fevereiro de 2010

Explicando porque as mulheres representam maioria expressiva (62%) entre os “sem parceiros”, em reportagem de Bia Abramo – Sobra sexo no imaginário e falta na vida:

“O homem tende a buscar uma parceira, mesmo que não se complete com ela afetivamente, e a manter esse relacionamento por um tempo maior.”

Os homens sozinhos estão em casa, ou isolados ou já comprometidos. As mulheres tendem a se expor mais a encontros sociais que podem levar a relacionamentos, mas, com uma alta frequência, reclamam que saem dessas exposições sociais sem a companhia de um homem.”

Encontros – Revista da Unilever 24/11/2009

Revista Encontros: A relação do homem com a beleza e o corpo vem mudando recentemente? De que maneira?

Luiz Cuschnir: A grande mudança aparece quando o homem se percebe mais livre em relação às suas emoções e descobre diversos caminhos que podem completá-lo como pessoa. Ele passa a admitir o que sente em relação aos outros, mesmo que não consiga expressar-se tão facilmente. O arcabouço do que sente, onde se aloja o que sente, é o corpo. Nem sempre ele está pronto para fazer esta ligação do corpo para o sentimento. Assim que passa

Terra por – Daniela Talamoni Verotti – abril/09

Uma menina doce e que acabou de perder os dentes-de-leite não tira os olhos do seu primeiro amor. De repente, o garotinho se aproxima e consegue magoá-la com uma série de apelidos. A pequena corre aos prantos para os braços da mãe – que já tem uma resposta na ponta da língua para poupar o sofrimento. “Ele agiu assim porque, no fundo, gosta de você”. A cena clássica (que toda mulher já viveu em alguma fase da vida) arranca gargalhadas da platéia no começo do recém-lançado filme Ele Não Está Tão a

Terra – por Claudio R S Pucci – março/09

Segundo especialista, o homem moderno deixa de ser “o machão” para se tornar mais sensível

O que é ser homem nos tempos de hoje e qual o verdadeiro papel do masculino na sociedade moderna? Muita gente aí, de ambos os sexos diga-se de passagem, responderia que homem que é homem não questiona isso e dariam a questão por encerrada, mesmo porque é mais fácil fugir do assunto. O problema é que os tempos mudaram, as mulheres ganharam seu espaço e o homem deixou de ficar no papel de único provedor e

Kalunga Cotidiano – março/09

“Pais reprimidos quanto aos seus sentimentos mostram que o mundo masculino é indevassável”

A morte de 130 tecelãs norte-americanas em uma fábrica no ano de 1857 foi o “estopim” para a criação do Dia da Mulher, mas só 53 anos depois, em 1910, durante uma conferência na Dinamarca. Foram necessários mais 65 anos para que a data fosse oficializada na Organização das Nações Unidas (ONU). No caso do direito ao voto, até em países desenvolvidos da Europa, o da mulher só foi aprovado após a década de 50/60. Em outras palavras, não tem sido fácil as

RH Central – março/09

O psicoterapeuta Luiz Cuschnir fala das divergências entre os sexos no ambiente corporativo.

Para se ter ideia do persistente problema, segundo recente pesquisa realizada pela Catho Online, dentro de um universo amplo de 9.500 executivos, as mulheres executivas percebem sua remuneração 16,2% menor do que as percebidas por homens em posição idêntica. Outra constatação: por serem homens, os executivos já saem na frente ganhando em média R$ 750 por mês a mais do que as mulheres. Por que será que isso ainda acontece? No bate-papo a seguir, o psicoterapeuta e especialista em diferenças homens/mulheres, Luiz Cuschnir,

Bate-papo Realizado no IG em agosto/2008

O psicoterapeuta tira dúvidas sobre os mistérios da sexualidade masculina

(14:48:08) Moderadora: entra na sala…

(15:01:34) Luiz Cuschnir: entra na sala…

(15:01:59) Luiz Cuschnir: Boa Tarde.

(15:02:13) Moderadora: Pessoal, vamos conversar agora com o psicoterapeuta Luiz Cuschnir, que vai tirar suas dúvidas sobre os mistérios da sexualidade masculina! Podem enviar suas perguntas!

(15:02:34) Moderadora: olá Luiz, seja bem-vindo ao iG Papo!

(15:03:09) Luiz Cuschnir: Obrigado pelo convite. Espero que seja um chat bom para todos.

(15:03:51) Sunset fala para Luiz Cuschnir: boa tarde

(15:04:29) Sunset fala para Luiz Cuschnir: pq os homens acham que

Revista Bem-Estar por Renata Fernandes – agosto/2008

Os diversos aspectos da mulher a partir dos novos paradigmas da essência feminina.

Entre as conclusões do especialista está a de que a carreira e/ou interesses pessoais tendem a alimentar a identidade feminina, pois sem esses alimentos a mulher não consegue suprir a relação conjugal. “Já atendi e acompanhei tanto processos que puderam ser revertidos, como outros que chegaram a desvalorizar a mulher e as levaram a diferentes patologias físicas ou psíquicas”, afirma. O psicoterapeuta alerta que tudo o que é feito só em função do marido, por exemplo, que não tenha repercussão

O Estado de São Paulo por Humberto Maia Junior – agosto/2008

Luiz Cuschnir calcula que atendeu 20 mil mulheres em 35 anos e conseguiu descobrir o que elas querem.

Comover as mulheres não é algo novo para Luiz Cuschnir, de 58 anos. Psicoterapeuta e coordenador dos grupos de gênero do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, ouviu, em 35 anos de carreira, milhares de histórias. Tantos casos que, hoje, ele diz que mapeou a alma feminina. Ouvir milhares de mulheres teria permitido a ele realizar um trabalho cartográfico. Cada relato, uma cidade. Um problema comum –

Lacoctelera -07/02/08 – Autor: Julia

Ellas como protagonistas

Se han publicado muchas estadísticas sobre la infidelidad y estudios sobre la forma en que la infidelidad femenina ha aumentado. Pero, más allá de las cifras ¿qué hay detrás de las mujeres que traicionan?

De acuerdo a algunos estudios, cerca del 40 por ciento de las mujeres traicionan, pero nadie se atrevería a confirmar la exactitud de esa cifra. Otros afirman que el índice se igualó al de los hombres, que 50 por ciento es el promedio mundial, el cual ciertamente parece modesto en determinados rincones tropicales. Si es arriesgado decir cuánto

Agência Estado por Carlos Lo Prete – fevereiro/2008

Á medida que a vida cotidiana parece ficar insuportavelmente estressante, é cada vez maior o número de médicos que prescrevem benzodiazepínicos aos seus pacientes. São remédios que têm a propriedade de atuar quase que exclusivamente sobre a ansiedade e tensão. Atualmente há mais de 100 remédios no Brasil à base de benzodiazepínicos. Mas o seu uso indiscriminado pode trazer mais problemas do que soluções.

é o caso do trágico fim do ator australiano Heath Ledger, famoso pelo filme “O Segredo de Brokeback Montain”, que morreu devido a uma overdose de tranqüilizantes. Ledger

Diário da Região – São José do Rio Preto por Renata Fernandes – novembro/2007

“A alegria é preferível ao mau humor, mas algumas pessoas possuem inclinações eufóricas, um entusiasmo irreal com as coisas triviais como se fossem magníficas descobertas”. A afirmação da psicóloga cognitivo-comportamental Mara Lúcia Madureira explica bem um tipo de comportamento que leigos não percebem ser um transtorno: a euforia. De acordo com o psiquiatra de São Paulo Luiz Cuschnir, a euforia em demasia é chamada de hipomania, ou mania mesmo. “Não tem nada a ver com ‘ter mania de fazer algo’. é um estado de exaltação do

O Estado de São Paulo – outubro/2007

Pesquisa mostra que nova geração na faixa de 40 aos 50 anos não teme mudanças, mas não quer copiar jovens.

Humberto Maia Junior

Aos 45 anos, Milton Roberto Druzian está longe de achar que já fez tudo na vida. Depois de duas faculdades inacabadas e empregos como administrador na fábrica de confecções da família e no setor de compras de uma empresa de refrigeração, voltou à universidade e se formou em Direito. Há menos de quatro meses, passou no exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), na segunda tentativa. Há dois meses,

Valor Econômico – junho/2007

O Dia dos Namorados mal passou e uma pesquisa feita pelo psiquiatra Luiz Cuschnir, especialista na relação de gêneros do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), faz desvanecer qualquer ilusão feminina quanto ao romantismo dos seus parceiros.

A pedido do Valor, o médico ouviu homens e mulheres de diferentes faixas etárias, classes sociais e graus de instrução acerca do que fariam com dinheiro sobrando. A idéia era saber se as respostas tenderiam para o investimento, literalmente falando, na relação do casal e na construção de

Por Cristiane Senna, com reportagem de Marcela Farrás – Marie Claire – 06/2007

O psicoterapeuta Luiz Cuschnir explica o que paixões arrebatadoras causam na mente masculina

Homens e mulheres reagem de formas diferentes a paixões ardentes. Ele se mantém mais quieto e procura demonstrar os seus sentimentos explosivos com atitudes. Ela expõe sua fragilidade e costuma falar o que sente, sem receio de se mostrar transparente. Mas o que acontece quando um homem resolve assumir a paixão por inteiro? Luiz Cuschnir, psicoterapeuta especialista em comportamento masculino e autor do livro “Homens sem Máscaras – Paixões e Segredos dos Homens” (Ed.

Globo VideoChat / Marie Claire – jun/07

Leia abaixo o chat Marie Claire na íntegra – Globo videochat

Moderador fala para a platéia: Boa noite! No chat da revista “Maria Claire”, entenda como os homens reagem à paixão. O convidado é o psicoterapeuta Luiz Cuschnir. Envie sua pergunta!

Dr. Luiz Cuschnir fala para a platéia: Boa noite, é um prazer estar com vocês.

Moderador apresenta a mensagem enviada por Angela_Lopes: E a história de que o homem se entrega mais do que a mulher? Dizem que quando um homem gosta de verdade, ele é capaz de fazer qualquer loucura, mas

Kalunga Cotidiano – maio/2007

Se há muitos que já decretaram o fim do casamento, outros tantos fazem filas às portas das igrejas e cartórios em busca de cerimônias com pompa e circunstância.

Casamento no Brasil, hoje em dia, pode ter data de validade, mas ainda está muito longe de ser um negócio falido. Dados do Registro Civil, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), dão conta de que em 2004 foi batido um recorde de uniões oficiais: 806.968, ou 7,7% a mais do que em 2003. Até então, o maior índice havia sido registrado em 1999: 788 mil. Já

Diário da Região São José do Rio Preto por Fabiano Ferreira – abril/2007

Ok, já sabemos: a mulher não é mais a mesma. Independente, bem formada e preparada para as intempéries do mundo moderno, ela conquistou espaço e, de agora em diante, tende cada vez mais a cravar sua marca em todos os setores da sociedade. A boa notícia é que para essa nova empreitada elas não precisam abandonar completamente seu lado feminino. Para a mulher moderna, do novo milênio, o desafio é equilibrar as conquistas feministas e o lado feminino (aquele que inclui firulas, delicadeza e cuidados com a

O Estado de São Paulo – por Debora Bresser – Suplemento Feminino

As experiências vividas nos consultórios servem de matéria-prima para livros sobre o universo feminino

Um é psiquiatra e psicoterapeuta há 35 anos e, na coordenação do Centro de Estudos da Identidade do Homem e da Mulher, obteve matéria-prima de sobra para elaborar suas teses sobre elas. Outro é endocrinologista há 50 anos e, na rotina do consultório, teve contato com alguns milhares de pacientes das mais variadas personalidades, gênios e formas de encarar a vida. Tanto Luiz Cuschnir quanto Renato Di Dio transformaram suas vivências em livros, nos

Diário da Região por Fabíola Zanetti – janeiro de 2007

Bom Humor é Trampolim para a Felicidade

(Quase) tudo o que você sabe sobre eles está errado. Conheça agora o Novo manual de comportamento dos homens. Será que os rapazes são mesmo como as mulheres imaginam? Não necessariamente. é hora de rever certos conceitos e descobrir quais são verdadeiros, aqueles que estão errados e os muitos que, com certeza, se tornaram ultrapassados

Que o bom humor só traz benefícios, todos sabem. Agora está comprovado que esse estado de espírito também melhora a criatividade das pessoas, conforme mostrou o resultado de

Revista da Folha por Debora Giannini – dezembro 2006

“Não conseguimos conversar, é só gritaria, diz ex.”

Como os diamantes, ex é para sempre. Mas, no segundo caso, mesmo a eternidade de uma vida pode ser uma maldição. Aquele homem com quem você compartilhou tempo e intimidade agora quer te ver pelas costas -ou nem assim. E a namorada para quem você, apaixonado, baixou a guarda, não hesita em tirar partido das fraquezas reveladas em momentos doces.

“Ele/ela virou outra pessoa” é o mantra padrão. Outro mantra comum nesses casos tem a ver com o “aprendizado” que as separações costumam

Folha de São Paulo – setembro 2006

Contratar um detetive particular para investigar o próprio filho é, para terapeutas e psicólogos, o primeiro sinal de que as famílias não sabem conversar e têm problemas de relacionamento.

Em boa parte dos casos, um diálogo franco, baseado na confiança entre pais e filhos, seria suficiente para descobrir se um jovem está ou não usando drogas. Mas nem sempre é assim.

O psicoterapeuta Luiz Cuschnir, no entanto, afirma que se o contato com os filhos não permite que os pais tenham informações suficientes sobre suas atividades e atitudes, contratar um investigador pode ser

Ouse! – por Simone Serra- setembro/2006

(Quase) tudo o que você sabe sobre eles está errado. Conheça agora o Novo manual de comportamento dos homens. Será que os rapazes são mesmo como as mulheres imaginam? Não necessariamente. É hora de rever certos conceitos e descobrir quais são verdadeiros, aqueles que estão errados e os muitos que, com certeza, se tornaram ultrapassados

1. Homens só pensam em sexo – + ou –

Não do jeito que você acredita. “Esse é um tema que os preocupa muito, mas nem sempre está ligado somente ao prazer ou á falsa idéia de que ele

Revista AOL por Renato Modernel – outubro/2005

“Vai lá no Luiz, que ele é especialista em homens”,

Diziam e ainda dizem, até hoje, quando algum bravo representante do sexo masculino, fragilizado ou confuso, precisa de ajuda. Mas isso não é bem verdade, ou é uma verdade relativa. Pois o psiquiatra e psicoterapeuta Luiz Cuschnir, um paulistano de 55 anos, autor de vários livros que tratam de comportamento e emoções, atende ambos os sexos em seu consultório no bairro do Paraíso – e tem inclusive longa experiência em terapia de casais.

Se Cuschnir ficou com essa fama de especialista na alma

O Estado de São Paulo (Suplemento Feminino) – 02/07/2005

Todos já ouviram falar de feminismo, resgate da essência feminina e até de encontros nos quais as mulheres, e só as mulheres, falam umas às outras de coração aberto. Mas e o “masculismo”? Alguém conhece? Provavelmente, apenas os pacientes e leitores dos livros do psiquiatra e psicoterapeuta Luiz Cuschnir. Afinal, ele usa o termo para fundamentar sua tese.

É o equivalente a feminismo”, responde.

Há 30 anos, Cuschnir atende adolescentes, adultos e casais. Em um dado momento, percebeu que, quando os pais levavam o seu rebento ao consultório, era a mulher

Revista VIP – fevereiro de 2004

VIP: Que razões explicam essas paixões? O desejo de competir com o amigo, a inveja, a intimidade com ele, talvez mais do que com ela?

Luiz Cuschnir: As razões que explicam estas paixões são as mesmas que explicam qualquer paixão. Existe uma série de fatores subjetivos e inconscientes envolvidos, os quais influenciam na atração pelo sexo oposto, como: os ferormônios (através do cheiro), beleza, as primeiras experiências infantis, a própria história de afetos anteriores e etc… Ninguém está livre de se apaixonar pela mulher do amigo ou uma mulher compromissada, visto que muitas vezes

La Cuarta – 15 de Junio de 2003 – Chile

Brasileñas y brasileños están teniendo serios problemas con el sexo: El 27 por ciento de las mujeres jura que tiene muchas dificultades para alcanzar el orgasmo, mientras que el 30% de los varones de más de 40 años sufre de eyaculación precoz. Además, el 15 por ciento de los brasileños padece de disfunción erectil.

Estos datos surgen de dos estudios que trazan un mapa de la vida sexual de los brasileños, realizados por la Universidad de San Pablo y el laboratorio Pfizer, que elabora el Viagra, la famosa píldora que

Diário da Região SJ do Rio Preto por Fabiano Ferreira Angelo – maio/2003

O que os homens mais valorizam numa mulher: inteligência, fidelidade, bom humor, sensualidade ou ser boa de cama? Àquelas que pensam que é preciso ser uma “mulher-maravilha” para atrair a ala masculina vai o conselho de especialistas: a autenticidade e o equilíbrio de todas essas qualidades é que garantem uma relação saudável e prazerosa para ambas as partes. Uma enquete feita pelo Diarioweb mostra que a fidelidade é o principal requisito apontado pelos internautas, com 40% dos votos. Inteligência e bom humor ficaram em segundo lugar, empatados

Voce SA – março 2003 – Luiz Cuschnir

Faz mais de vinte anos que o psiquiatra e psicoterapeuta paulista Luiz Cuschnir se dedica ao estudo da identidade masculina e feminina. Depois desse tempo todo ele certamente tem know-how para dizer com uma certa precisão (na medida do possível, já que estamos falando de relações humanas) como o casamento pode afetar a carreira e vice-versa. Aqui, ele selecionou alguns fatos marcantes na vida do casal e diz como homens e mulheres costumam reagir a eles.

Nascimento dos filhos

A mulher se fragiliza porque se sente dividida entre os papéis de mãe

Isto É Gente – março 2003.

Após a euforia com medicamentos contra impotência, hoje muitos homens de várias idades até adiam o ato sexual se não dispõem dos comprimidos na hora “h”.

É fácil ouvir histórias bem-humoradas de homens que têm nos famosos comprimidos do Viagra um divisor de águas da vida sexual. Sem dúvida, o remédio e seus atuais concorrentes (Cialis e Levitra) são donos de mérito indiscutível como arsenal para homens com problemas de ereção sexual. Mas vem aí o lado negro da história. é alta a incidência de homens inseguros e dependentes dessas pílulas. E justo elas,

Fantástico-Online – Globo – março/2003

O que acontece quando homens se reúnem para falar de suas dificuldades no relacionamento com as mulheres e com os outros homens? Se não for para uma conversa de botequim – uma daquelas bem encharcadas de cerveja sobre futebol! -, os encontros podem revelar muito da personalidade masculina, expor medos e inseguranças, revelar emoções. Imagine o que vem pela frente quando o motivo do encontro ´ um processo terapêutico.

A intimidade de dez homens se transformou em relatos organizados pelo psiquiatra e psicoterapeuta Luiz Cuschnir no livro “Homens Sem Máscaras – Paixões e Segredos dos

Diário da Região SJ do Rio Preto por Fabiano Ferreira Angelo –  março/2003 – Trecho da reportagem

Que o comportamento da mulher está mudando todo mundo já sabe. Hoje elas estudam, têm o próprio dinheiro, não dependem de um parceiro para ter vida social intensa e, quando querem, partem para a produção independente para ter um filho. O que muitos ainda não percebem é que, mais do que transformações isoladas, atitudes como estas exercem influência direta na formação de novas famílias, colocando em xeque padrões de relacionamento vividos até então. Se antes a mulher buscava um

Marie Claire por Fernanda Dannemann e Marisa Adán Gil – outubro /2002

O psicoterapeuta Luiz Cuschnir, autor do livro “Bastidores do Amor” (Editora Alegro), fala sobre amor, dor, raiva e perdão. “Perdoar alivia, diminui o sofrimento e melhora a qualidade de vida”, diz. “Mas algumas coisas são imperdoáveis. É preciso respeitar os limites de cada um”.

Marie Claire: O que significa perdoar?

Luiz Cuschnir: Perdoar é caminhar através da dor. é aprender a conviver com o imperfeito e aceitar o outro como ele é: um ser humano e não divino, alguém que pode pisar na bola, pode não cumprir o

O Estado de São Paulo – setembro de 2002 – por Paulo Pinto

É o fim dos durões. O homem sabe ser sensível: Ele está muito mais afetuoso e participativo; e já não pensa só na carreira

A família de Pedro Gasparini:

Não me daria bem com um machista“, diz a mulher, Luciana.

Se depender dos homens, foi-se o tempo dos durões. Eles querem mais do que realização profissional. Estão dispostos a tirar o terno e a gravata para mostrar que também são sensíveis, afetuosos e interessados em participar da vida familiar. A tendência, percebida em homens de classe média,

Entrevista com Marília Gabriela – 10 de julho de 2002

Marília: O nome dele é Luiz Cuschnir, filho de Jacó e Fanni, irmão de Leonardo, Clarice e Ciro, pai de André e Adriana, tem 52 anos, nasceu em São Paulo. é médico psiquiatra e psicoterapeuta e coordena o Idem, Centro de Estudos da Identidade do Homem e da Mulher. Ele está lançando este livro aqui: “Homens sem Máscaras Paixões e Segredos dos Homens”. Boa noite, Luiz Cuschnir. Aliás fiquei felicíssima de ver uma parte da nossa entrevista, foi uma surpresa mesmo, eu já tinha convidado antes quando descobri que tinha

Diário da Região SJ do Rio Preto por Cecília Dionizio – janeiro/2002

Homens perdidos e sem norte. Uma história que se repete a cada esquina. Eles estão desorientados, sem saber como se comportar diante das milhares de mudanças que a sociedade tem imposto com mais e mais rigor nos últimos 30 anos. Afinal, a graça já não está em anunciar que se é macho, mas sim que se é um homem pleno. Fortes, flexíveis e mais do que nunca sensíveis, a exemplo de muitas mulheres. Porém, nem todos sabem como conciliar estes novos papéis que lhe

Folha de São Paulo – janeiro/2002

A chamada crise da masculinidade, antes restrita à intimidade de cada homem, tornou-se pública nos últimos dez anos. Dezenas de estudos de antropólogos, sociólogos e psiquiatras chamaram a atenção para a condição de inferioridade do sexo masculino.

Esses textos têm como referência conquistas feministas e avanços da ciência, como a reprodução “in vitro”.

Os pesquisadores concluíram que o homem contemporâneo está mais deprimido, acuado e sem identidade social em comparação com seus antepassados.

Cada vez mais presentes em todos os campos do cotidiano produtivo, as mulheres hoje não precisam dos homens para funções primordiais

Diário da Região SJ do Rio Preto por Cecília Dionizio – janeiro/2002

Homens perdidos e sem norte. Uma história que se repete a cada esquina. Eles estão desorientados, sem saber como se comportar diante das milhares de mudanças que a sociedade tem imposto com mais e mais rigor nos últimos 30 anos. Afinal, a graça já não está em anunciar que se é macho, mas sim que se é um homem pleno. Fortes, flexíveis e mais do que nunca sensíveis, a exemplo de muitas mulheres. Porém, nem todos sabem como conciliar estes novos papéis que lhe são cobrados.

O advogado

Salutia – CNN Brasil – por Álvaro Oliveira

A separação é hoje a principal causa de depressão nos homens. O brusco rompimento dos laços com a mulher e os filhos está levando os homens a procurarem com mais freqüência os consultórios psiquiátricos em São Paulo (Brasil).

A constatação é do psicólogo Luiz Cuschnir, do Serviço de Psicoterapia do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo.

“Nos últimos dois anos, as separações passaram a dividir com o desemprego, até então a maior origem das depressões masculinas, o espaço nos divãs”, afirmou o especialista.

“Em alguns períodos do ano

Revista de psicologia Catharsis – lançamento da publicação “Homens sem Máscaras – Paixões e Segredos dos Homens” – novembro/dezembro de 2000

Conversamos com o Dr. Luiz Cuschnir que é médico, psiquiatra, supervisor e professor do serviço de psicoterapia do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (há 28 anos), coordenador do Gender Group® e do IDEN (Centro de Estudos da Identidade do Homem e da Mulher). Autor de uma tese inédita sobre o masculismo, que é o estudo sobre os conflitos emocionais do homem. Autor dos livros “O Masculino, Como o

Páginas Amarelas de VEJA por Juliana de Mari- abril/2000

Psiquiatra diz que os homens estão em dúvida sobre o papel masculino e não sabem mais como lidar com as mulheres.

O homem é o sexo frágil. Está obcecado pelo trabalho e assustado com a obrigação de dar prazer à mulher

O psiquiatra paulistano Luiz Cuschnir especializou-se num autêntico vespeiro: a guerra dos sexos. Depois de vinte anos de trabalho, sua conclusão é que os homens se tornaram o sexo frágil. São eles que estão à beira de um ataque de nervos, atordoados com a revoada feminista, infelizes e vulneráveis. Nem