Um grande desafio das mulheres

A mesma maneira que os homens têm dificuldades e se angustiam por não penetrar, compreender a alma feminina. No universo masculino: como entender a dinâmica masculina, aceitar e conviver bem com isso. As mulheres também sofrem por não encontrar no homem o companheirismo para compartilhar suas angústias e anseios. A comunicação é o meio que permite que cada um conheça melhor o outro. Não entender as dificuldades e as expectativas do outro, cria uma grande barreira. Rompê-la é o primeiro passo para que se estabeleça uma relação sadia e que contemple o bem-estar

“O homem quer uma mulher na cama, super feminina mesmo. Além disso, adora que ela participe e se envolva, mas com suas sutilezas e meiguices. Quer sentir que são seus dotes de macho que arrebatam, ganham e levam a princesa á loucura. E enganam-se as garotas que acham que devem provar e anunciar com todas as letras, em alto e bom som, que gostam de sexo. Essas queimam o filme, se expõem demais e dessa forma perdem o encanto. Vale ressaltar que ser boa de cama, para cada homem, pode ter um significado completamente diferente. O segredo para ganhar um

“As mulheres ambiciosas, carismáticas, ativas e ciumentas envolvem certa agressividade, sentimento que pode contaminar a relação afetiva. Muitos homens se sentem ameaçados por mulheres que abalem pilares, como poder aquisitivo, liberdade e auto-estima.”

Revista Nova

Pesquisa Nestlé: O controle é uma característica feminina? Por que? Da onde vem essa necessidade feminina de controlar?

Luiz Cuschnir: Não dá para dizer que é característica feminina pois homens também são controladores, às vezes com as mulheres, com os filhos e muitas vezes com as finanças. Mas podemos falar alguma coisa do jeito delas controlarem e de onde podem surgir essas posturas em geral mas sempre tendo em mente que são aspectos que podem ser encontrados mas não são em todos os casos.

Pesquisa Nestlé: Por que, em geral, a mulher é mais controladora que o homem?

Luiz Cuschnir:

Psicoterapeuta fornece dicas para você desenvolver o seu potencial afetivo.

“O desenvolvimento do potencial afetivo de cada um, aliado a uma boa comunicação, é a base da relação duradouro” – Luiz Cuschnir
Nesta conversa com o psicoterapeuta Luiz Cuschnir uma constatação: amar realmente dá muito trabalho e exige um exercício diário de comportamentos e atitudes para que as coisas corram bem.

Portanto, o amor de qualidade não se sustenta somente com a naturalidade, devaneios e eternas juras de amor. Ele não “anda” sozinho.

Cuschnir que acaba de lançar um estudo romanceado, “A Relação Mulher & Homem”, aponta os caminhos

O Estado de São Paulo – Suplemento Feminino – por Fabiana Caso

O Psiquiatra Luiz Cuschnir expõe a complexidade feminina no recém lançado livro “A Mulher e Seus Segredos”

A satisfação feminina parece inatingível. As casadas sentem falta da liberdade do tempo de solteiras; as bem-sucedidas na carreira anseiam pela maternidade e amor; as solteiras querem casar-se; as mães em tempo integral querem maior liberdade…

Esse mosaico em desalinho que compõe a alma feminina – cujo peso é maior para quem quer tirar nota dez em todos os papéis – é o foco do livro do psiquiatra Luiz Cuschnir, “A

Diário do Nordeste por Sergio Lemo

Psicoterapeuta Luiz Cuschnir lança livro “A Mulher e Seus Segredos” no qual desvenda mistérios que permeiam o imaginário feminino.

O Dia Internacional da Mulher surgiu como forma de comemoração das conquistas econômicas, políticas e sociais alcançadas pelo sexo feminino nas últimas décadas. É impossível negar que elas estejam muito mais fortes e decididas do que suas mães e avós. Mas, segundo o psicoterapeuta Luís Cuschnir, autor do livro “A mulher e seus segredos” (Larousse do Brasil), o sexo feminino, do ponto de vista emocional, ainda tem necessidades e fragilidades escondidas.

Na publicação, que será

Veja

Um psiquiatra paulista afirma que, depois da revolução que as mulheres fizeram, os homens precisam rever o seu papel na sociedade.

O psiquiatra paulista Luiz Cuschnir, 41 anos, é um mestre num desses assuntos que, além de originais, invariavelmente dividem as opiniões das pessoas. Professor-supervisor de Psicodrama do Serviço de Psiquiatria do Hospital das Clinicas, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, dedica-se ao estudo das transformações causadas pelo novo papel da mulher na sociedade e ao fato de ela progressivamente ocupar espaços que antes eram exclusivos do homem. Cuschnir está convencido de que vivemos um momento

Programa Manual – Cristina Arcangeli

Existem homens que têm verdadeira adoração por pés. Eles não conseguem sentir prazer se não puderem tocar essa parte do corpo feminino.

A podofilia – fetiche pelos pés – foi registrada pela primeira vez na China antiga, quando as mulheres eram obrigadas a enfaixar os próprios pés para mantê-los pequenos e atraentes.

O Manual conversou com o psiquiatra Luiz Cuschnir, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, que disse que é normal sentir atração por qualquer parte específica do corpo, desde que isso não se transforme em fixação.

O problema passa a existir quando

A Tribuna Digital por José Luiz Araujo

A beleza do corpo feminino já foi tema das mais variadas formas de expressão, da artística à filosófica, passando pela medicina estética. Que tal, agora, saber um pouco mais sobre a mulher e compreendê-la melhor, sem ter que tatear no escuro? É o que oferece o psiquiatra e psicoterapeuta Luiz Cuschnir, em seu livro “A Mulher e seus Segredos — Desvendando o Mapa da Alma Feminina”, lançado pela Larousse do Brasil.

Paulistano que criou algumas raízes em Santos, onde estudou Medicina, Cuschnir relata a experiência vivenciada no consultório e como coordenador do Gender

Revista Claudia com Jaqueline Brender, Carmita Abdo e Luiz Cuschnir

Logo após o parto, o casal vive uma fase de transformação: novos sentimentos se expressam, outros se modificam e diferentes papéis precisam ser experimentados ou repensados. É um momento oportuno para conversar e construir a relação sobre alicerces mas sólidos. A família está crescendo e todos podem se beneficiar com isso. Para ajudar nessa reconstrução, convidamos alguns especialistas para esclarecer dúvidas e dar algumas sugestões sobre como recuperar a libido perdida: Jaqueline Brendler, médica, terapeuta sexual e presidente da Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana; Carmita Abdo, médica, professora

Diário da Região – São José do Rio Preto por Fabiola Zanetti

Fabiola Zanetti: O que é ser sexy?

Luiz Cuschnir: é ser sensual, utilizar-se de recursos , consciente ou inconscientemente para atrair uma outra pessoa através de atitudes que possam despertar no outro um interesse.

Fabiola Zanetti: Porque a percepção do que é ser sexy varia tanto de uma pessoa para outra? Por exemplo, o que é sexy para mim em um homem pode ser diferente do que é sexy para minha amiga.

Luiz Cuschnir: Nem todas as pessoas sentem atração sexual da mesma forma., pelas mesmas pessoas. Os

Elle por Laura Muller

(Ele não liga no dia seguinte, dá milhões de furos e sempre vem com uma desculpa pior que a outra. Mas mexe com a sua libido como ninguém. Será que estamos diante de uma nova regra dos tempos modernos: muita tensão for a da cama, muito tesão em cima dela?)

Ricardo* é um solteiro convicto de 35 anos. Engenheiro e dono de uma empresa de sucesso, tem carros importados e uma agenda de mulheres que ocupa para lá de 100 MB de memória no palmtop. Numa tarde de folga na sexta-feira, vai ao shopping tomar um

Entrevista concedida para a Revista Criativa

Nicole Ramalho: Muitos pais possuem a guarda dos filhos atualmente. O que mudou na sociedade para que isso passasse a acontecer?

Luiz Cuschnir: A partir do movimento feminista e da emancipação das mulheres, muito dos seus papéis foram deslocados e ampliados. Todo grupo, quando se movimenta, se transforma e provoca um novo reagrupamento dos seus integrantes, uma nova redistribuição dos papéis que eles exercem dentro dele. Tudo era de um jeito bem diferente: mulheres na casa, cozinha, com filhos, e homens fora, trabalhando e ganhando dinheiro. Neste caso, as mulheres estavam totalmente imersas e

Entrevista concedida para a Agência Estado

A figura paterna na educação dos filhos nestes novos tempos

Fabíola Girardin: A participação mais ativa na educação dos filhos gera algum tipo de atrito com a mãe? As mulheres estariam se ressentindo ou aplaudindo o comportamento deste “novo pai”?

Luiz Cuschnir: É claro que toda mudança gera reaçôes em sentido contrário, de igual intensidade para equilibrar novamente o status quo, pelo menos na intensidade da proposta transformação. Pai com uma presença tão marcante como nos nossos dias, provoca diretamente uma mudança no papel da mãe. Ela era a dona da casa mas também

Concedida a Mônica Brandão – Revista Crescer

Mônica Brandão: Os homens estão tentando participar mais da gravidez de suas companheiras?

Luiz Cuschnir: Com certeza os homens tem demonstrado e vivenciado mais, o momento do conhecimento e o desenvolvimento ao longo dos meses, da gravidez das suas companheiras/mulheres. Faz parte do seu referencial masculino saber mais como está se desenvolvendo, o crescimento do feto, o acompanhamento dos exames clínicos e laboratoriais. Eles passaram a conhecer mais o que se passa com elas, cada vez mais as acompanham nas consultas pré-parto e sem dúvida estão participando mais dos cursos pré parto do

Concedida à Revista Residências (Campinas)

Roberto Cardinalli: Porque as mulheres traem?

Luiz Cuschnir: Muitas vezes as mulheres traem, não só pela noção mais “lugar comum” como o casamento estar indo mal e aí vai procurar fora algo para satisfazê-la. Não que isso não esteja ocorrendo, mas para deixar só esta explicação tomar conta dos motivos, é reduzi-la a um conceito simplista e muitas vezes repleto de uma repressão moralista.

A falta de reconhecimento do que é sonho e do que é realidade, imaginando que está em uma situação paradisíaca, sem muita discriminação de quanto é mesmo um preenchimento de sua

Entrevista concedida ao Diário da Região

Érica Avelar: Uma pessoa com mania de doença bem leve, apenas um exagero feminino, em fase de TPM, por exemplo, pode ser considerada hipocondríaca?

Luiz Cuschnir: Em hipótese nenhuma. Hipocondria faz parte de um diagnótico médico-psicológico e implica em um comprometimento maior de várias funções do organismo psíquico e muitas vezes com um grnde componente físico. é claro que com o fortalecimento de mecanismos de controle emocional que dependem de um bom desenvolvimento psicológico e de maturidade emocional, podem facilitar o como lidar com a TPM, por exemplo.

Érica Avelar: Até que ponto isso

Pergunta: Saiu uma pesquisa que 70% das tentativas de suicídios sao por parte das mulheres (tentativas, nao suicídios) Na sua opinião porque isso acontece?

Luiz Cuschnir: As mulheres têm um contato maior e mais constante com a sua vida emocional e afetiva. Muitas vezes, ao se perceberem em falência em relação aos seus desejos e necessidades, e entrando em um quadro psicopatológico mais grave, podem se encaminhar psicodinâmicamente ao desejo de morrerem.

Leia-se deixarem de sofrer tanto, mas também existe um sentido de preservação da vida. As tentativas sem êxito, de extingüirem as suas da vidas, isto é, acabarem com

Entrevista concedida ao jornal Hoje em Dia

Mirtes Helena: São cada dia mais frequentes os lançamentos de livros sobre relacionamento homem/mulher. E parece que eles continuam desencontrados. Por que é tão difícil amar?

Luiz Cuschnir: As mudanças de paradígmas de como ser homem e ser mulher na atualidade trazem grandes transtornos para o desenvolvimento das relações amorosas. A comunicação alterada, o que cada um deseja oferecer e receber, os distúrbios provenientes de traumas de relações anteriores, aliados às distorções que isso tudo provoca para a compreensão e o desenvolvimento dos afetos, respondem amplamente essa questão. Esse é o tema subjacente

Concedida ao Diário da Região S.J.do Rio Preto – SP

Diário da Região: O mercado comemora o interesse dos homens por cosméticos, cirurgias plásticas, ginástica, entre outras ferramentas em busca da beleza. Na sua opinião, a mudança vai além das aparências e da estética? O que essa busca reflete?

Luiz Cuschnir: Com o advento do feminismo, a mulher saiu de uma posição passiva e passou a ser mais exigente em relação ao homem que quer como parceiro. Isto deu ao homem a chance de expressar sua vaidade e de cuidar de sua aparência sem ser rotulado como afeminado ou gay,

Entrevista concedida à revista UMA

UMA: Porque algumas mulheres (e homens também) que não são especialmente bonitos e se vestem como os comuns dos mortais chamam a atenção de todos quando entram em um restaurante por exemplo?

Luiz Cuschnir: Chamar a atenção e atrair olhares não é exclusividade das pessoas fisicamente bonitas(as quais se encaixam nos padrão de beleza estipulados na época). Às vezes, o jeito da pessoa, ou o que chamamos de charme, o modo como ela mexe no cabelo, sua postura, seu sorriso, a harmonia e a proporção de seus traços pode chamar mais atenção do que um

Entrevista concedida ao Diário da Região

Fabiano Angelo: Está claro que o casamento se transformou. Você diria que a maior participação da mulher no mercado de trabalho e, conseqüentemente, nas decisões domésticas contribuem para estas mudanças?

Luiz Cuschnir: Eu diria que o casamento ainda está em transformação. Com a mudança de papel da mulher na sociedade, houve também uma necessidade de mudança e adaptação do homem a estes novos padrões e exigências. Conseqüentemente a relação dos dois também sofreu algumas alterações, e ambos ainda estão tentando achar a melhor forma possível de conviverem juntos. Ela participando mais do mercado de

Artigo inédito – Luiz Cuschnir

Mulheres:

  • Confiar
  • Conviver com o modo do homem de ver o mundo (menos afetivo, mais racional)
  • Falta de sensibilidade do homem
  • Homens dependentes, passivos
  • Relacionamento sexual
  • Aceitar uma visão machista do mundo

Homens:

  • Entendimento do modo de ser de cada um
  • Falar o mesmo código (palavras mais doces)
  • Honestidade
  • Comunicar carinho
  • Gastar menos

Entrevista concedida à revista NOVA

Karina Hollo: Fizemos uma pesquisa com 5 mil homens (46% deles de até 25 anos, 72% com o curso superior completo e 78% das regiões Sul-Sudeste) para descobrir quais as características que eles procuram em uma mulher.

A colocação foi a seguinte:

1- Inteligente (disparado o primeiro requisito)

2- Fiel

3- Sensual

4- Bem humorada

5- Boa de cama

Seguidas de:

Carinhosa, sincera, companheira para qualquer programa, amiga e vaidosa.

Fornecemos aos votantes uma lista de qualidades:

Inteligente, Sensual, Vaidosa, Bem-humorada, Sincera, Fiel, Espontânea, Companheira para qualquer programa, Independente financeiramente, Carinhosa, Carismática, Simpática, Amiga, Meiga,

Entrevista concedida ao IG

Paloma: Quais os motivos, geralmente, que levam as mulheres hoje em dia a não quererem ter filhos, na sua opinião?

Luiz Cuschnir: Quando elas não querem, mas nem sempre é assim, tem a ver com a etapa da sua profissionalização. é mais difícil que seja em função do seu relacionamento específico, como imaginar que o homem com quem está se relacionado, não teria condições mínimas para ser pai. Não é por aí que vem a restrição. é inerente a ela própria, ao seu momento. Algumas vezes por advir de traumas individuais (família própria, medos de experiências

Entrevista concedida à Revista Nova

Nova: As mulheres estão reclamando que os homens andam passivos demais, que não tomam iniciativa, por exemplo, para organizar uma viagem. Por que isso está acontecendo? Faz sentido essa reclamação? Do que exatamente elas estão sentindo falta?

Luiz Cuschnir: Mulheres casadas muitas vezes, se não na maioria delas faziam este papel de organizadoras do lazer e vida social do casal. É claro que agora, mais ainda ocupadas com a vida profissional, elas têm que ter este papel no relacionamento, senão correm o risco de se afastarem mais ainda do divertimento, assim como das viagens. Já

Entrevista concedida ao Diário de São Paulo

Regiane Monteiro: Quais as dificuldades que as mulheres enfrentam hoje com a chegada da meia idade? A síndrome do ninho vazio ainda é o grande problema ou atualmente questões como mercado de trabalho e sexo são as que mais as incomodam?

Luiz Cuschnir: A meia idade hoje propicia diferentes caminhos e expectativas para as mulheres. Aliás, meia idade hoje, foge dos parâmetros mais antigos, até porque a expectativa de longevidade aumentou. O mercado de trabalho se extendeu, e muito para as mulheres e não são poucas que continuam ou exercem novas atividades, recriam,

Concedida ao jornal Diário Catarinense

O que a ciência vem descobrindo a respeito das diferenças entre homens e mulheres.

Tatiana Beltrão: Homens e mulheres têm mesmo habilidades e capacidades cognitivas diferentes? Quais são as principais diferenças?

Luiz Cuschnir: Há algumas habilidades que podem ser mais comumente desenvolvidas em um ou outro. Elas implicam em uma maior facilidade posteriormente na vida de serem realizadas. Isto significa que podem ser ensinadas, treinadas e mobilizadas na esfera emocional ou na habilidade específica e acabam se desenvolvendo com mais facilidade. Também algumas facilidade como força física ou desenvolvimento de percepção, estímulos sensoriais que vão

Entrevista concedida ao Diário da Região

Diário da Região: Qual o problema de homens e/ou mulheres que “ficam”, mas não assumem o romance como namoro?

Luiz Cuschnir: Problemas podem ser muitos, variando com as experiências de cada um, anteriores. Necessitam ter relacionamentos que não os sufoquem, ou têm medo de perderem a identidade num relacionamento, querem continuar com tempo para trabalhar ou dedicarem-se a outras atividades como esportes ou família etc.

Diário da Região: Qual é o drama em ficar sozinho(a)?

Luiz Cuschnir: O drama é não ter com quem acompanhar a própria vida. Não ter ninguém para dar satisfações

Artigo Inédito – Luiz Cuschnir

Ao longo dos tempos, o papel do homem sofreu grandes mudanças. O que era exigido dos homens para que eles pudessem ser atraentes, principalmente para as mulheres, foi se transformando, e hoje parece que virou uma grande mistura.

Na idade da pedra, o homem era valorizado pelo seu porte físico, tinha que ser forte, ágil, viril, capaz de suportar a dor e etc… isso porque essas qualidades eram necessárias para defender e alimentar a tribo. Assim, as mulheres se interessavam mais para quem se destacasse nas batalhas e caçadas. Na idade média, surge a imagem

Pergunta: Como é que você define essa essência feminina? Existe uma essência feminina? Existe uma natureza feminina? Do que é que ela é composta?

Luiz Cuschnir: Tem essa questão muito típica da mulher, e eu vou estar falando muitas vezes da mulher em relação ao homem, porque, por mais que a mulher não se defina tanto a partir do homem mas o contrário existe o homem se define a partir da mulher. A mulher se define por ela só e o homem não.

A mulher tem essa característica de expressar muito e muitas vezes de entender pouco, ela expressa muito

Entrevista concedida à Revista Criativa

Juliana Zaroni: O normal não seria as pessoas dividirem as despesas?

Luiz Cuschnir: Normal é um conceito onde confirmamos um aspecto que não é considerado patológico, inadequado ou algo discrepante da realidade. Nesta situação diríamos que é incomum, mais pra inusitado. Aliás o mais comum é o inverso. Quando estamos nos deparando com o avanço da independência finaceira da mulher, claro que esta afirmativa sofre uma transformação. Os papéis de provedores tendem também a sofrer uma tranformação. Ainda não chegamos a normalidade desta situaçào onde o homem é sustentado pela mulher. São casos isolados, muita

Entrevista concedida à Revista Época

Marcelo de Valécio: Comente a pesquisa sobre a mulher no mercado de trabalho. Principais conclusões.

Luiz Cuschnir: As mulheres tem tido repercuções tanto do ponto de vista das afirmações e confirmações, como o fortalecimento do que compõe a identidade feminina. Isto quer dizer não é só do ponto de vista intelectual, e especificamente profissional, mas as repercuções positivas no asseguramento do “Eu”, de quem elas são, mais profundamente um sentido da vida mais amplo.

Por outro lado é claro, isso tudo têm um custo. às vezes até alto, tanto para o físico, como para o

Entrevista concedida a Angelo Medina

Anos se passaram para que houvesse um amadurecimento social que comportasse todas as contribuições que uma mulher livre e independente possa dar ao mundo. Atitudes agressivas, imposições pela força, silêncio e exclusão social, foram as armas usadas para silenciar o mundo misterioso dos afetos, da receptividade, do entendimento e aceitação. Ou seja: características do feminino.

Deste jeito muitos homens mantiveram-se no poder, dominaram durante milênios o destino de nações inteiras, e no final de seus reinados absolutos, ficaram as marcas das destruições e guerras cultivadas em um mundo racional e enrijecido.

Com a intuição e

Artigo Inédito – Luiz Cuschnir

Quando escrevi o meu primeiro livro (“Masculino, como ele se vê/Feminina, como o homem vê a mulher” ed. Saraiva) iniciei com um conto sobre esta polarização. Era ainda o final da década de 80 e os homens ainda nem sonhavam em se mobilizar para atender as reivindicações delas. Este conto tratava de um homem e uma mulher que queriam estacionar seus carros em uma vaga que daria somente para um. Ele chamando-a de histérica e ela chamando-o de “não cavalheiro”. Resumindo a mulher que espera um cavalheiro, ou um homem que espera uma dama, estariam

Entrevista concedida à revista IstoÉ

IstoÉ: O sr. acha que hoje em dia as mulheres estão cada vez mais tomando a iniciativa no jogo da conquista ou elas ainda acham que devem ser conquistadas?

Luiz Cuschnir: As mulheres estão mais livres para tomar a iniciativa, ou pelo menos expo-las com mais clareza. Isso não deve ser confundido com elas terem uma correspondência maior pois continuam insatisfeitas com as respostas dos homens. Muitas se incomodam com as atitudes masculinas de serem “escolhidas” como num leilão. Quanto maior a autoestima feminina, mais se sentem seguras em escolher, mas não precindem do cortejo

Entrevista concedida ao Jornal do Comércio – Recife

Cinthya Leite: Gostaria de saber como você analisa a situação, se realmente existe essa “nova mulher” e se, no futuro, a tendência é essa mesmo. Por que, agora, são elas quem fogem e não eles? Por que, agora, são eles que ficam aos nossos pés?

Luiz Cuschnir: Antes da revolução feminista que se concretizou aqui como um movimento na década de 80, as mulheres voltavam toda a sua vida para conseguirem se casar, ter filhos e serem uma boa dona de casa. A mulher que não conseguisse arranjar um marido era mal

Entrevista concedida ao Diário de Ribeirão Preto

DRP: Você acha que essa “nova mulher” (que trabalha, é independente, toma decisões próprias) assusta o homem?

Luiz Cuschnir: No meu ponto de vista, o que assusta o homem não é a mulher que trabalha fora ou toma suas próprias decisões (isso pode ser até muito bom para o casal) mas sim a que obtém sucesso e destaque em sua carreira. As mulheres que ficam em evidência seja pela beleza, inteligência ou qualquer outra qualidade que lhes dêem um status superior, podem intimidar homens com baixa auto-estima. Geram em muitos deles um sentimento

Entrevista concedida ao Jornal da Família – jornal O Globo

Em 30 anos de profissão, o psiquiatra Luiz Cuschnir acompanhou experiências de vida, dor e amor de homens e mulheres. No seu livro, “A Relação Homem & Mulher – uma história dos seus encontros e diferenças”(Campus) ele diz que para mudar é preciso romper e transformar para ter algo novo.

Jornal da Família: Quais são as mudanças do comportamento masculino que geram conflitos?

Luiz Cuschnir: Os homens não querem mais ser o super-homem, não aceitam mais tantas cobranças por parte das mulheres. Isso está relacionado à diminuição da culpa e

Entrevista concedida ao Diário da Região

Diário da Região: Antigamente as mulheres queriam se casar para ter uma relação afetiva, filhos e sustento financeiro. Hoje elas têm independência financeira e podem ter filhos, daí toda exigência na relação de afeto. Você acredita que esse fator é o que faz mulheres bonitas e bem sucedidas continuarem solteiras depois dos 30?

Luiz Cuschnir: Sem dúvida, a maiorindependência finaceira as libera desta pressão. Já a questão de terem filhos de uma maneira independente de uma relação afetiva, não tem sido um fator de modificação de atitude pois ainda querem o relacionamento afetivo prioritariamente.

Você S/A

Você S/A: A idéia é fazer uma matéria mostrando como é possível conciliar as demandas inconstantes da vida de freelancer com as demandas constantes da vida pessoal. É possível ajudar essa mulher a criar uma rotina? Como se preparar e se organizar para viver de um trabalho que não é fixo e não tem horário fixo?

Luiz Cuschnir: Primeiro aproveitar essa liberdade que é o que toda mulher que esta presa a uma corporação, nine to five ou seven to nine todos os dias…sufoco total. Não adianta querer separar o trabalho do dia-a-dia, pois justamente este formato é

Gisela Rao:

1) Por que existem mulheres que só atraem homens casados?

2) Como mudar esse padrão?

3) Mudando esse padrão é possível conquistar um relacionamento saudável com um homem disponível?

Luiz Cuschnir:

Algo que aparece em muitos lugares como uma constante pergunta e parece uma crença que vai se alastrando por aí. “Onde estão os homens disponíveis para namorar ou casar?” Ou “Não há homem na praça.”

Acreditando ou não, ocorrendo com cada mulher interessada diretamente nisso, vai-se tomando essa crença em realidade absoluta e muita coisa pode advir dela.

A mulher vai se acostumando a não acreditar mais

Entrevista concedida à Revista UMA

Considerações Históricas:

Desde o início do patriarcado, quando a Terra começou a ser governada quase que exclusivamente por homens, a força que regia as relações entre pessoas e entre culturas era de origem basicamente masculina. Isto significou uma era de desenvolvimento racional, segregações, domínio através da força, do poder e da ação. Uma era de desenvolvimento tecnológico e científico, onde a sensação real e concreta dominava sobre a intuição e onde a racionalidade tinha mais importância do que o mundo das emoções. Assim, as mulheres foram perdendo seu espaço e se submetendo cada vez mais

Entrevista concedida à revista NOVA

Tipos de homem com os quais se pode deparar quando sai para paquerar

– como lidar com esse homem?

– o que fazer para conquistá-lo/seduzi-lo?

– o que evitar fazer para não afastá-lo?

– quais os prós e contras de cada tipo?

Laura Muller: O tipo A, de aventureiro: super extrovertido, adora festas, baladas, viagens, aventuras, mil programas. Gosta de viver com muita adrenalina em tudo o que faz. Para acompanhá-lo, a mulher precisa estar disposta a topas programas malucos, sem grandes programações. A palavra-chave é diversão. E esponaneidade.

Luiz Cuschnir: Conviver com este implica

Entrevista concedida ao site Mais de 50

Raphaela Guimarães: É comum homens apanharem de mulheres? Existem estatísticas ou pesquisas oficiais sobre isso?

Luiz Cuschnir: Apanhar é um termo muito associado a agressão física. Do ponto de vista físico, não consta muitos casos deste tipo de situação, mesmo sem uma estatística elaborada a respeito. Mesmo na ocorrência do fato, homens não declarariam ou se queixariam oficialmente do mesmo, por vergonha ou até por suportarem mais facilmente a situação, quando ela ocorresse.

Raphaela Guimarães: Por que ela acontece?

Luiz Cuschnir: Quando a física ocorre, é devida a descontrole emocional da mulher, seja

Artigo Inédito – Luiz Cuschnir

Hoje em dia há muitos estudos científicos para tentar compreender a “química do amor”. Quais os fatores determinantes para se escolher um parceiro? No que se baseiam estas escolhas? Existe escolha certa ou errada? Como saber se a pessoa será feliz ou não com o novo parceiro?

Para responder estas perguntas, são feitas inúmeras pesquisas, até mesmo com insetos, para se chegar a conclusões mais exatas sobre o que nos faz escolher aquela exata pessoa no meio de tantas. Como toda boa pesquisa na área da psicologia, chegou-se ao resultado de que estas escolhas dependem

Entrevista concedida à Revista UMA – julho/2011

Nathália Braga: Estou fazendo uma matéria sobre homens que cuidam da casa enquanto as mulheres trabalham fora e gostaria muito de entrevistá-lo. A matéria irá falar de relacionamentos felizes e bem sucedidos onde a mulher trabalhe fora e o marido cuide da casa e dos filhos. Diante disso, em sua opinião. Quais os pontos positivos e quais os negativos deste tipo de rotina? Explique cada um deles.

Luiz Cuschnir: Tudo depende de como se equilibra o casal nessa situação. Será tão positivo quanto haja o respeito pela rotina que cada um leva, incluindo

Entrevista concedida à Astral – Vivian Garcia – 06/2011

Vivian Garcia: De acordo com os seus conhecimentos, é verdade que, atualmente, os homens querem mais compromisso? Por que?

Luiz Cuschnir: Na verdade hoje os homens estão mais autênticos, mais abertos e também mais seguros de expor o que querem em um relacionamento. Homens são mais claros para si mesmos, naquilo que querem, ou seja, às vezes querem um relacionamento para se testar, outras vezes para ver onde estão pisando e quando querem um relacionamento sério, vão, sim, se dedicar para conseguir e manter.

Vivian Garcia: Eles têm dificuldade de se

Entrevista concedida à Folha de S.Paulo – 06/2011

“Nos meus trabalhos e estudos, verifiquei que a maternidade atualmente fica confortavel quando ocupa um espaço de aproximadamente 30% na vida de uma mulher moderna. Ou seja, cai por terra a idéia de que só sendo mãe que faz uma mulher ser completa (ou se sentir completa).

Obviamente que algumas mulheres buscam a plenitude na maternidade e que a maternidade dá sim essa sensação de completude. A mulher que opta em não ter filhos deve ter essa decisão tomada ativamente e não como o que restou quando tentou não deu certo. É