“A retomada de um relacionamento precisa deixar para trás os antigos erros. Quem não aprende com o que viveu corre o risco de cair no patológico”.

Revista Época – 13 de dezembro de 2004

“O masculismo procura enxergar o homem como um todo, para redefini-lo. Para chegarmos a novos papéis nos quais nos sintamos confortáveis, é preciso um aprendizado. O homem tem uma vida emocional tão rica quanto a mulher, mas é mais restritivo na comunicação dos sentimentos. Isso se deve ao aprendizado por que passou na sociedade e na cultura e à própria reação das mulheres. Hoje são as mulheres que mostram grande dificuldade em ouvir o que o homem tem para dizer, inclusive porque o homem demanda uma abordagem específica de seus sentimentos, pois não trabalha com eles da mesma forma que

“Descobrir que foi traído desestabiliza o homem em sua característica mais íntima, a virilidade. Sua identidade masculina é ferida. Isso é algo muito profundo. Já as mulheres se sentem atingidas em seu papel social, em como vão ter de lidar com aquilo socialmente, o que também é um pesadelo. Posso garantir que o impacto do fim de um casamento sólido devido a uma traição corriqueira tem um poder destrutivo dez vezes pior do que a traição em si. Um caso não deve e não pode ter esse poder.”

Veja On-line – 13 de outubro de 2004

“Quem não se renova envelhece mais rapidamente – na carne e na alma. É comum a gente se defender do novo, apegando-se ao passado e a velhos hábitos. Como sabemos, a luta para abandonar tal comportamento é dura. Abrir-se para o novo não é fácil. Mas o prêmio para quem consegue chegar lá costuma compensar o sacrifício. Estar aberto à transformação e à mudança é algo mais arriscado, mas é o melhor atalho para a satisfação, o prazer e a paixão.”

Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios – 6 de outubro de 2004

“Muitos homens são incapazes de notar uma roupa nova, um esmalte de cor inédita ou uma mudança de corte de cabelo. E não por maldade, mas porque funcionam em outra sintonia. O cara não decora o guarda-roupa da namorada, se sente absorto com a própria presença dela, e não com detalhes.”

Revista Criativa – 25 de junho de 2004

“O fato de não dar a mesma importância que a parceira ao aniversário de namoro não significa que o homem não goste do ritual de comemorá-lo. A mulher deve avisar o quanto valoriza aquilo, mas sem esperar que ele sinta o mesmo.”

Revista Criativa – Junho de 2004

“A inteligência feminina fascina o homem porque ele imagina que assim poderá desenvolver um relacionamento gratificante, que entre outras coisas o fará crescer como ser humano. Prova disso é que tem se esforçado para também ser interessante, dividir histórias e vivências pessoais. Só assim conseguirá conquistar essa mulher inteligente como parceira e cúmplice.”

Revista Nova

“Além de ajudar a quebrar defesas, o filho retira o homem da introspecção.”

Folha de São Paulo – 22 de abril 2004

“O novo conceito de paternidade abrange, além de desejos e atitudes antes exclusivos de mães, as armadilhas enfrentadas por elas. Não saber como separar o papel de pai do papel de homem e sofrer na hora de encarar novos relacionamentos é uma delas. Eles acabam se escondendo atrás da figura do pai, tornam-se reféns dos filhos e, quando se separam, têm dificuldade para se envolverem novamente”.

Folha de São Paulo  – APASE – Associação de Pais e Mães separados

Revista VIP – fevereiro de 2004

VIP: Que razões explicam essas paixões? O desejo de competir com o amigo, a inveja, a intimidade com ele, talvez mais do que com ela?

Luiz Cuschnir: As razões que explicam estas paixões são as mesmas que explicam qualquer paixão. Existe uma série de fatores subjetivos e inconscientes envolvidos, os quais influenciam na atração pelo sexo oposto, como: os ferormônios (através do cheiro), beleza, as primeiras experiências infantis, a própria história de afetos anteriores e etc… Ninguém está livre de se apaixonar pela mulher do amigo ou uma mulher compromissada, visto que muitas vezes

“Desvestir a fantasia de super-herói infalível é um alívio para a maioria dos homens e não uma perda de poder.”

Revista Veja – 1 de outubro de 2003

“As pessoas casam por motivos religiosos, financeiros ou afetivos. Mas acabam traindo por motivos sexuais. A traição revela uma instabilidade emocional e geralmente é uma atitude circunstancial. é muito superficial dizer que a traição é consequência de um casamento que vai mal. Tem que se estudar a fundo quem é o traidor, a história afetiva dessa pessoa no passado, se foi ou é volúvel.”

“Ao homem de hoje, é permitido que demonstre afeto. Mas a grande transformação masculina é a preocupação com o desenvolvimento dos filhos.”

estadão.com.br  – julho de 2003

“Se os homens não demonstram afeto, é porque não querem, não porque não sabem fazê-lo.”

estadão.com.br – julho de 2003

“Antes, o próprio homem se intitulava bom de cama. Atualmente são as mulheres que dão esse troféu. Elas também querem ter prazer e cobram o homem.”

Istoé Gente – 18 de junho de 2003

La Cuarta – 15 de Junio de 2003 – Chile

Brasileñas y brasileños están teniendo serios problemas con el sexo: El 27 por ciento de las mujeres jura que tiene muchas dificultades para alcanzar el orgasmo, mientras que el 30% de los varones de más de 40 años sufre de eyaculación precoz. Además, el 15 por ciento de los brasileños padece de disfunción erectil.

Estos datos surgen de dos estudios que trazan un mapa de la vida sexual de los brasileños, realizados por la Universidad de San Pablo y el laboratorio Pfizer, que elabora el Viagra, la famosa píldora que

Diário da Região SJ do Rio Preto por Fabiano Ferreira Angelo – maio/2003

O que os homens mais valorizam numa mulher: inteligência, fidelidade, bom humor, sensualidade ou ser boa de cama? Àquelas que pensam que é preciso ser uma “mulher-maravilha” para atrair a ala masculina vai o conselho de especialistas: a autenticidade e o equilíbrio de todas essas qualidades é que garantem uma relação saudável e prazerosa para ambas as partes. Uma enquete feita pelo Diarioweb mostra que a fidelidade é o principal requisito apontado pelos internautas, com 40% dos votos. Inteligência e bom humor ficaram em segundo lugar, empatados

Voce SA – março 2003 – Luiz Cuschnir

Faz mais de vinte anos que o psiquiatra e psicoterapeuta paulista Luiz Cuschnir se dedica ao estudo da identidade masculina e feminina. Depois desse tempo todo ele certamente tem know-how para dizer com uma certa precisão (na medida do possível, já que estamos falando de relações humanas) como o casamento pode afetar a carreira e vice-versa. Aqui, ele selecionou alguns fatos marcantes na vida do casal e diz como homens e mulheres costumam reagir a eles.

Nascimento dos filhos

A mulher se fragiliza porque se sente dividida entre os papéis de mãe

Isto É Gente – março 2003.

Após a euforia com medicamentos contra impotência, hoje muitos homens de várias idades até adiam o ato sexual se não dispõem dos comprimidos na hora “h”.

É fácil ouvir histórias bem-humoradas de homens que têm nos famosos comprimidos do Viagra um divisor de águas da vida sexual. Sem dúvida, o remédio e seus atuais concorrentes (Cialis e Levitra) são donos de mérito indiscutível como arsenal para homens com problemas de ereção sexual. Mas vem aí o lado negro da história. é alta a incidência de homens inseguros e dependentes dessas pílulas. E justo elas,

Fantástico-Online – Globo – março/2003

O que acontece quando homens se reúnem para falar de suas dificuldades no relacionamento com as mulheres e com os outros homens? Se não for para uma conversa de botequim – uma daquelas bem encharcadas de cerveja sobre futebol! -, os encontros podem revelar muito da personalidade masculina, expor medos e inseguranças, revelar emoções. Imagine o que vem pela frente quando o motivo do encontro ´ um processo terapêutico.

A intimidade de dez homens se transformou em relatos organizados pelo psiquiatra e psicoterapeuta Luiz Cuschnir no livro “Homens Sem Máscaras – Paixões e Segredos dos

“A independência profissional e financeira libertam a mulher da pressão de ter de casar cedo para não ser considerada ‘solteirona’. Ao mesmo tempo, a nova condição exige que ela tenha segurança e firmeza para lidar com situações que suas avós jamais pensaram em viver.”

Diário da Região de São José do Rio Preto – Março de 2003

Diário da Região SJ do Rio Preto por Fabiano Ferreira Angelo –  março/2003 – Trecho da reportagem

Que o comportamento da mulher está mudando todo mundo já sabe. Hoje elas estudam, têm o próprio dinheiro, não dependem de um parceiro para ter vida social intensa e, quando querem, partem para a produção independente para ter um filho. O que muitos ainda não percebem é que, mais do que transformações isoladas, atitudes como estas exercem influência direta na formação de novas famílias, colocando em xeque padrões de relacionamento vividos até então. Se antes a mulher buscava um

“Os homens se sentem descartáveis, parte de um pacote em que não são prioridade. Elas querem um homem para sair, para não continuar solteiras a partir de certa idade, para ter filho, para ter sexo em casa, mas não fazem esse homem se sentir particularmente desejado.”

Revista Época – 27 de fevereiro de 2003

Artigo Inédito – Luiz Cuschnir

Comentários sobre o artigo “Homens sem Sexo”

O artigo “Homens sem Sexo” foi publicado no jornal “Folha de São Paulo” – por Contardo Calligaris

Texto original:

“Homens sem Sexo” – Contardo Calligaris

Observei o encontro entre quatro homens de meia-idade que tinham cursado a mesma universidade e não se viam desde então. Eles lembravam nostalgicamente as bebedeiras, as conversas jogadas fora, a vida de estudante.

Alguém evocou os pôsteres que decoravam as paredes dos quartos: as páginas centrais da “Playboy” e uma gigantesca imagem pornográfica que ainda estava na memória de todos. De repente, um

“As mulheres são mais vulneráveis a acreditar que sejam inférteis antes da comprovação por exames clínicos. Nem sempre a ovulação se manifesta claramente. Já em relação aos homens, o simples ato da ejaculação faz com que se sintam férteis e acabem transferindo a responsabilidade para a mulher.”

Diário da Região – Janeiro de 2003

“A dificuldade de gerar filhos traz para muitos casais uma série de transtornos, não só emocionais e psicológicos, mas também em termos de saúde. A resistência em admitir um problema mais sério no organismo de um ou de ambos, pode retardar a busca por um tratamento especializado e trazer uma série de dúvidas, que com uma simples visita a um profissional de confiança pode ser dirimida.”

Diário da Região – Janeiro de 2003

Marie Claire por Fernanda Dannemann e Marisa Adán Gil – outubro /2002

O psicoterapeuta Luiz Cuschnir, autor do livro “Bastidores do Amor” (Editora Alegro), fala sobre amor, dor, raiva e perdão. “Perdoar alivia, diminui o sofrimento e melhora a qualidade de vida”, diz. “Mas algumas coisas são imperdoáveis. É preciso respeitar os limites de cada um”.

Marie Claire: O que significa perdoar?

Luiz Cuschnir: Perdoar é caminhar através da dor. é aprender a conviver com o imperfeito e aceitar o outro como ele é: um ser humano e não divino, alguém que pode pisar na bola, pode não cumprir o

O Estado de São Paulo – setembro de 2002 – por Paulo Pinto

É o fim dos durões. O homem sabe ser sensível: Ele está muito mais afetuoso e participativo; e já não pensa só na carreira

A família de Pedro Gasparini:

Não me daria bem com um machista“, diz a mulher, Luciana.

Se depender dos homens, foi-se o tempo dos durões. Eles querem mais do que realização profissional. Estão dispostos a tirar o terno e a gravata para mostrar que também são sensíveis, afetuosos e interessados em participar da vida familiar. A tendência, percebida em homens de classe média,

“Os homens estão perdidos diante das mudanças sociais e do espaço conquistado pela mulher. Porém, a realidade que se apresenta hoje, é que tanto homens quanto mulheres já não dispõem de um padrão a seguir, como ocorria no século passado, e isto os têm levado a parecer náufragos em meio ao oceano. Hoje, o homem compreende melhor a mulher do que vice-versa. Também já é consenso que o homem, dada a sua nova realidade, tem aprendido a conviver melhor com os filhos. Os casamentos têm se encurtado em virtude de vários fatores que vêm fragilizando os vínculos conjugais, diferentemente do

“A tendência da busca por estabilidade nas relações é mundial. Oo movimento se dá em função de o homem estar percebendo cada vez mais sua necessidade afetiva. A relação estável com uma mulher corrobora com isso, proporcionando um ganho muito grande em relação a vários aspectos de sua vida pessoal. A família, a relação com os filhos, a organização da vida pessoal e o convívio social são facilitados em relações estáveis. Isso, sem dúvida, incrementa a estabilidade e o crescimento profissional, coisas que auxiliam muito ao homem. O estar facilita e tranqüiliza tanto em termos fisiológicos quanto sociais. Isto não

Entrevista com Marília Gabriela – 10 de julho de 2002

Marília: O nome dele é Luiz Cuschnir, filho de Jacó e Fanni, irmão de Leonardo, Clarice e Ciro, pai de André e Adriana, tem 52 anos, nasceu em São Paulo. é médico psiquiatra e psicoterapeuta e coordena o Idem, Centro de Estudos da Identidade do Homem e da Mulher. Ele está lançando este livro aqui: “Homens sem Máscaras Paixões e Segredos dos Homens”. Boa noite, Luiz Cuschnir. Aliás fiquei felicíssima de ver uma parte da nossa entrevista, foi uma surpresa mesmo, eu já tinha convidado antes quando descobri que tinha

“Romper um relacionamento está entre as três situações que mais incomodam os homens, ao lado do desejo de se apaixonar perdidamente e da dificuldade em controlar as finanças do casal. De acordo com um estudo realizado pela Universidade de São Paulo (USP), a preocupação em se transformar no responsável por uma situação dolorosa chegava a fazer com que os entrevistados desistissem de colocar um fim a um relacionamento.”

Diário da região – março/2002

Diário da Região SJ do Rio Preto por Cecília Dionizio – janeiro/2002

Homens perdidos e sem norte. Uma história que se repete a cada esquina. Eles estão desorientados, sem saber como se comportar diante das milhares de mudanças que a sociedade tem imposto com mais e mais rigor nos últimos 30 anos. Afinal, a graça já não está em anunciar que se é macho, mas sim que se é um homem pleno. Fortes, flexíveis e mais do que nunca sensíveis, a exemplo de muitas mulheres. Porém, nem todos sabem como conciliar estes novos papéis que lhe

“A mudança nos paradigmas causou um forte abalo no homem. Situações como morte do cônjuge, divórcio e demissão, há cerca de 30 anos, eram as que mais o abalavam; hoje não há muita diferença e sim uma inversão na ordem dos transtornos no que mais o desespera. Atualmente, o homem em geral ainda se sente frágil diante da separação e do desemprego, mas tem se pautado pela mulher, que é muito mais flexível. Isto porque já não pode mais se pautar pelo sexo ou apenas pelo papel de provedor. é preciso abrir os horizontes, pois não só a mulher, mas

“Homens e mulheres poderão ser mais felizes quando puderem viver sem a proteção de estereótipos. Mas as mulheres também precisam deixar de lado ressentimentos que, durante séculos, criaram rivalidades entre os dois sexos.”

Folha de São Paulo – 17 de janeiro de 2002

“Frente a uma confissão que fuja dos estereótipos da força masculina, eles desconversam, soltam uma piada. Os homens são auto-irônicos, mas raramente dizem “estou com medo” numa roda de amigos.”

Folha de São Paulo – 17 de janeiro de 2002

“Historicamente, o homem é visto como um opressor que causa sofrimentos e ressentimentos à mulher. Por isso muitas vezes não dizem a elas o que deveriam dizer por medo de magoá-las e reforçar o mito. E, nas raras vezes em que eles se manifestam, as mulheres lhes dão pouca atenção.”

Folha de São Paulo – 17 de janeiro de 2002

“O homem está mais frustrado que desesperado. Está procurando saídas, mas muitas vezes não percebe que pegou portas erradas, que proporcionam apenas satisfação momentânea, estímulos ao narcisismo e nada mais.”

Folha de São Paulo – 17 de janeiro de 2002

Folha de São Paulo – janeiro/2002

A chamada crise da masculinidade, antes restrita à intimidade de cada homem, tornou-se pública nos últimos dez anos. Dezenas de estudos de antropólogos, sociólogos e psiquiatras chamaram a atenção para a condição de inferioridade do sexo masculino.

Esses textos têm como referência conquistas feministas e avanços da ciência, como a reprodução “in vitro”.

Os pesquisadores concluíram que o homem contemporâneo está mais deprimido, acuado e sem identidade social em comparação com seus antepassados.

Cada vez mais presentes em todos os campos do cotidiano produtivo, as mulheres hoje não precisam dos homens para funções primordiais

Diário da Região SJ do Rio Preto por Cecília Dionizio – janeiro/2002

Homens perdidos e sem norte. Uma história que se repete a cada esquina. Eles estão desorientados, sem saber como se comportar diante das milhares de mudanças que a sociedade tem imposto com mais e mais rigor nos últimos 30 anos. Afinal, a graça já não está em anunciar que se é macho, mas sim que se é um homem pleno. Fortes, flexíveis e mais do que nunca sensíveis, a exemplo de muitas mulheres. Porém, nem todos sabem como conciliar estes novos papéis que lhe são cobrados.

O advogado

“São os homens que estão à beira de um ataque de nervos e não sabem mais como lidar com as mulheres, atordoados com a revoada feminista, infelizes e vulneráveis. Até porque as mulheres ainda oscilam muito entre querê-los dedicados, supridores, românticos e ao mesmo tempo, não querem ser orientadas, comandadas, solicitadas, dependentes. Querem ter todas as liberdades de ir e vir, mas ao mesmo tempo querem ser tratadas como donzelas, frágeis dignas de preferências por serem mulheres. No meio de todo esse conflito, cada vez mais homens estão se sentindo usados porque não as sentem sinceras, percebem que não estão

“Os homens se tornaram o sexo frágil. Enquanto isso, as mulheres estão cada vez mais egoístas, autocentradas, voltadas para obter sucesso, poder e satisfação. Essa atitude se deve ao fato de elas estarem mais fortalecidas socialmente, economicamente e profissionalmente.”

Nexus – 10 de outubro de 2001

“Em dez tentativas, é possível que o homem falhe pelo menos três vezes. Ele tem de deixar de lado a idéia de que é preciso sempre desempenhar a função de super-homem.”

Folha de São Paulo – 14 de junho de 2001