Do ponto de vista psíquico, o que é ser mulher?

Sem saber defini-la pois é impossível restringir a uma só visão, arrisco que são tantas quantas as variações que indicariam os tons do Pantone, cartela que se usa para definir as cores. O psiquismo feminino sofre influências enormes do ambiente, que por sua vez estão atreladas à educação que elas recebem, às experiências que vivem ao longo da vida e às condições particulares individuais para enfrentá-las.

Há aspectos em comum? Sim, pode ser, mas ainda de acordo como cada uma pode tomar para si o cuidado com o seu emocional.

A ideia é mostrar para a leitora como dá para contornar ou tentar evitar o divórcio quando ela se depara com as seguintes situações: Situações inúmeras podem ocorrer mas levantando alguns desses pontos, tentarei explicar um pouco mais o que pode provocar gatilhos que indicam o caminho destrutivo de um relacionamento que supostamente teria o interesse de ambos que perdurasse.

Mostro também o que pode estar por detrás daquilo que é tão aparente e objetivo, que poderia tomar um rumo menos comprometedor se pudesse ser visto mais amplamente ou profundamente.

Tudo pode ser discutido de uma maneira mais ampla e

Redatora: Ana Paula Costa                                                     Jornal A Tribuna (Vitória, ES)

* Em um artigo, um colunista que explora o universo masculino disse que o homem, no dia a dia, é mais frágil do que aparenta para a mulher. Ainda é um tabu para eles mostrar essa fragilidade?
Essa fragilidade é relativa e como tudo, depende do lugar de onde ela é vista e avaliada. Costuma-se dizer isso em relação ao lidar com a expressão

  1. Queremos saber um pouquinho sobre você, sua carreira e seus livros.

 

Cuschnir por Cuschnir

Eu poderia ter sido engenheiro, arquiteto ou administrador de empresas, mas quando assisti o filme Freud, Além da Alma me fascinei com a Psiquiatria e decidi meu destino profissional. De repente, aos 17 anos, me vejo longe da família, cursando medicina na Faculdade de Ciências Médicas de Santos, mas ao invés de me dedicar apenas à psiquiatria, resolvi estudar todas as matérias médicas. Queria me preparar mais amplamente primeiro.

Nos meus primeiros anos como psicoterapeuta, atendi um número grande de adolescentes. Nas sessões

“E VIVERAM FELIZES PARA SEMPRE…”
BOM SERIA SE TODOS OS CASAMENTOS NA VIDA REAL FOSSEM SEMPRE TÃO INCRÍVEIS COMO OS DOS FILMES. SÓ QUE FORA DE HOLLYWOOD
A GENTE TEM DIAS BONS, DIAS RUINS E DIAS EM QUE BATE AQUELA VONTADE DE DESISTIR. MAS, ANTES DE JOGAR A TOALHA, QUE TAL PARAR, RESPIRAR FUNDO
E VER SE TEM JEITO DE VIRAR ESSE JOGO?
RAFAELA POLO

AQUELA HISTÓRIA DE QUE O CASAMENTO SÓ TERMINA QUANDO “A MORTE OS SEPARE” NÃO É VERDADE.
Nem todo mundo tem final feliz. De acordo com o IBGE, nos últimos 30

A ideia é mostrar para a leitora como dá para contornar ou tentar evitar o divórcio quando ela se depara com as seguintes situações:
Situações inúmeras podem ocorrer mas levantando alguns desses pontos, tentarei explicar um pouco mais o que pode provocar gatilhos que indicam o caminho destrutivo de um relacionamento que supostamente teria o interesse de ambos que perdurasse.
Mostro também o que pode estar por detrás daquilo que é tão aparente e objetivo, que poderia tomar um rumo menos comprometedor se pudesse ser visto mais amplamente ou profundamente.
Tudo pode ser discutido de uma maneira

Estamos fazendo uma matéria sobre coisas que não devem ser ditas aos homens pelas mulheres. Isso porque as mulheres e os homens têm seus pontos fracos em temas diferentes, e as mulheres nem sempre percebem que um determinado assunto é um tabu masculino.  
 
Considerando isso, seguem as perguntas abaixo: 
  
* Em um artigo, um colunista que explora o universo masculino disse que o homem, no dia a dia, é mais frágil do que aparenta para a mulher. Ainda é um tabu para eles mostrar essa fragilidade?  
Essa fragilidade é relativa e como tudo,

Pode parecer que há um prolongamento na dependência dos filhos, quando se fala do ponto de vista econômico mas por outro lado, há um distanciamento maior, emocional, propiciado pela amplitude que os canais de informação oferecem para a apresentação do que é o mundo para eles. Não é só o progenitor que oferecerá os mais importantes caminhos para esse filho se tornar um homem e essa filha uma mulher. Ele sairá por aí e receberá muito, com uma qualidade distinta ao que um vínculo paterno proporcionaria.

 

Esse distanciamento afeta a relação afetiva, a troca inexistente ou interrompida que propicia

A harmonia é possível para a mulher auto consciente, a que está em contato constante com sua essência. Só assim ela se fortalece para desempenhar todos os papéis com uma atitude integradora: fica forte e ao mesmo tempo flexível para encarar os desafios do cotidiano.

A identidade feminina deve ser formatada a partir de verdades construídas por si própria, longe dos mitos aprendidos na infância, nas imagens de filmes e da publicidade. Assim ajuda no desenvolvimento dos potenciais e tira a mulher da rota da culpa, um sentimento tão comum a elas.

A culpa

As mulheres que têm uma vida

Entrevista a Marina Oliveira para o site UOL – Mulher

 

*O primeiro ano do casamento é um período decisivo e até sensível para o casal? Por quê?


Com certeza. Em geral ele vem de uma data muito esperada que na verdade se compõe de uma expectativa gerada no tempo que a antecede. Às vezes longos anos, uma parte da existência para o que significa o casamento e o dia em que acontecerá algo muito esperado como uma comemoração muito especial. Isso tudo gera um estresse e como sempre, o pós estresse também responde com emoções relacionadas. Com essa configuração

Entrevista à Radio Estadão

A satisfação feminina parece inatingível. As casadas sentem falta da liberdade do tempo de solteiras; as bem-sucedidas na carreira anseiam pela maternidade e amor; as solteiras querem casar-se; as mães em tempo integral querem maior liberdade…

A harmonia é possível para a mulher auto consciente, a que está em contato constante com sua essência. Só assim ela se fortalece para desempenhar todos os papéis com uma atitude integradora: fica forte e ao mesmo tempo flexível para encarar os desafios do cotidiano.

A identidade feminina deve ser formatada a partir de verdades construídas por si própria, longe

Pais sem tempo para as demandas dos filhos nas férias precisam entender que:

– Devem se eximir de culpa: são limites da vida inclusive estão enfim ensinando a eles atitudes de responsabilidade na futura vida profissional.

– É pedagógico e um treino para procurarem ocupar o tempo sem ser só estudando e fazendo tarefas escolares. Às vezes, nesse “não fazer nada de útil” é quando surgem as novas aptidões, habilidades e interesses como música, esportes, artes em geral. Ou descobertas de assuntos que não estão dentro de um processo pedagógico tradicional como na educação não formal.

– É uma onipotência

Roberto Cabrini investiga sérias denúncias envolvendo a violência sexual contra crianças. O documentário especial “Inimigos Íntimos” traz um verdadeiro alerta nacional. Estudos recentes mostram que de cada 10 abusos contra crianças, pelo menos 7 foram praticados por pessoas próximas, familiares ou amigos.

Conexão Repórter – SBT

Entrevista concedida para Revista Claudia – 11/08/2014

Revista Claudia – Muitas vezes, a felicidade está associada ao relacionamento amoroso. A busca excessiva por um parceiro afetivo pode atrapalhar a felicidade? Antes de qualquer coisa, para ser feliz num relacionamento, é preciso saber ser sozinho?

Luiz Cuschnir – Há uma noção de que estar sozinho é ser infeliz. Uma das origens desse pensamento é religiosa quando é colocada a importância do homem ter uma companheira associando a razão da vida que Deus criou. Com a evolução das relações criaram-se os conceitos de família implicando numa união que traria os descendentes e

Conversando com o DR. Luiz Cuschnir – Glorinha Cohen

PERGUNTA: Boa noite, estava lendo sua matéria. Incrível, mas vivi com minha ex e com as crianças dela durante 8 anos. Hoje as meninas estão com 10 e 12 anos e estamos separados há 5 meses. Ela tem um namorado e me proíbe de ver as crianças, sendo que também temos uma filha de 6 anos da nossa união. Não sei o que fazer, pois sinto muita falta delas e sei que cada dia esta me distanciando mais. Obrigado, M.

RESPOSTA: M. é dramática a tua situação. Ficar longe das suas filhas

Rita Trevisan e Louise Vernier – UOL – 11/01/2013

Um erro frequente das mães que se separam é deixar que os filhos passem a dormir com elas

É comum que a separação do casal tenha um grande impacto na vida dos filhos. Porém, algumas atitudes dos adultos podem agravar ainda mais a situação de desconforto que as crianças e jovens naturalmente experimentam.

O problema é que essa inversão de papeis pode prejudicar o desenvolvimento da criança ou do adolescente, que se encarrega de tarefas que, muitas vezes, não condizem com a sua

Entrevista concedida à Léa Maria Aarão Reis

O homem de meia-idade é comumente chamado assim quando ultrapassa a fase de adulto jovem e na maturidade. Pelo menos assim eu vejo este tema e é a partir daí que eu vou colocar os meus conceitos.

Podemos dizer que ele não entrou no que se chama terceira idade. Está cada vez mais difícil delinear esta etapa, isto é saber-se quando deixou de ser jovem adulto e passou a ser um homem maduro.

O que consigo entende é que ao redor dos 40 anos aparece mais claramente o amadurecimento do homem. Este amadurecimento

Conversando com Dr. Luiz Cuschnir – Glorinha Cohen

PERGUNTA Meus filhos estudam em uma escola que segue os preceitos religiosos que temos, mas, por outro lado, há comportamentos que nos incomodam muito como casal responsável pela educação dos nossos filhos. Parece que ir para a Disney e ter os últimos jogos de computador é uma maneira deles fazerem parte da turma. Como fazer para que os filhos não sejam seduzidos pelos “bombardeios” desses valores e das propagandas na TV, revistas, sites, etc.? Me contam que na escola, muitos jovens são discriminados ou excluídos dos grupos por não terem o último modelo

Conversando com Dr. Luiz Cuschnir

PERGUNTA Dr. Luiz, acho que meu marido tem problemas sérios e meu filho está seguindo o mesmo caminho. São muito parecidos. São muito inconstantes no que se refere a comportamento, desconfiados, ora muito afetivos ora agressivos, principalmente quando se trata de uma relação amorosa. Eu já estou acostumada mas gostaria de entender melhor o que é uma doença de personalidade e se isso pode estar relacionado com os problemas amorosos da pessoa.

RESPOSTA Primeiro a definição de personalidade é importante. Ela se expressa pelos traços emocionais e de comportamento de uma pessoa. Na verdade como ela se

Conversando com Dr. Luiz Cuschnir – Glorinha Cohen

PERGUNTA Dr. Luiz, acabei de dar a luz de um menino que era muito esperado por nós dois já que tivemos que fazer um tratamento para eu engravidar. Graças a Deus deu tudo certo e estou totalmente dedicada ao meu novo papel de mãe. Não consigo sentir-me segura em deixar que o meu marido se encarregue do nosso filho. As mães centralizam esses cuidados? É cultural ou natural isso acontecer? Como são de verdade as outras mães, elas querem compartilhar?

RESPOSTA  Como a mãe tem esse preparo durante a gravidez e passa a

Revista Claudia por Adriana Negreiros – julho /2012

Em novo livro, psiquiatra ensina como usar o poder que só as mulheres têm para dominar o mundo, o que significa conquistar a si mesmas..

Quando pensa em uma mulher conquistadora, o que vem à sua cabeça? Uma pesquisa de imagens em site de buscas dá pistas sobre o senso comum formado a esse respeito: a foto de uma magra e peituda de lingerie sexy e olhar matador divide espaço com a de uma executiva de salto agulha pisando no peito de um pobre coitado deitado a seus pés. Esqueça. Em Como

Isabella D’ercole e Maria Laura Neves – Claudia – 06/2012

Quatro casais contam por que assumir a frustração e encarar as adversidades é importante para a felicidade – e a longevidade – dos relacionamentos

Cinderela não sabe que é princesa. É uma faxineira americana que tem um caso com o príncipe, engravida dele e vira mãe solteira. Chapeuzinho Vermelho é uma jovem periguete. Branca de Neve ganha a vida como professora de uma escola primaria e é acusada de homicídio. A madrasta dela, a Rainha Má, é a prefeita da cidade e é a única que sabe a verdadeira origem

Alessandra Oggioni -10/05/2012 – Site IG

Para preencher o vazio que fica na casa e no coração quando os filhos saem de casa vale (quase) tudo: trabalho voluntário, esporte, romance e atividades de lazer. Só não pode é deixar a depressão tomar conta

A vida acaba quando os filhos saem de casa? Ou ela está apenas começando?

Sensação de casa vazia, refeições silenciosas, quarto sem uso. Em meio a este cenário, muitas mães associam a saída dos filhos de casa com a perda daquilo que consideram seu papel principal na vida: a maternidade.

Previna-se: não seja uma mãe “desempregada”

O

Revista Lola – 02/2012 – Luciana Ackermann

“Todos estão machucados e precisam de cuidados” Luiz Cuschnir (psiquiatra, psicoterapeuta e supervisor do serviço de Psicoterapia do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo) diz que é bom lembrar: os filhos são a parte mais frágil de uma separação.

LOLA: Quais os principais – e universais – dramas de uma separação?

LUIZ CUSCHNIR: Em geral, as pessoas se casam para se sentir protegidas e gozar de certos confortos que o modelo tradicional de casamento promete. Quando elas se separam, além das frustrações pessoais,

Mais de 50 – 20/01/2012 – Illana Ramos

Especialistas falam sobre a chegada da maturidade e suas vantagens

Envelhecer não é nada fácil. Alguns dizem que envelhecemos desde o momento em que nascemos, porém outros afirmam que o processo de envelhecer se dá bem mais tarde, lá pelos 50 anos de idade. Nos dias de hoje, com a ciência e a tecnologia dando um empurrãozinho, envelhecer pode e deve ser prazeroso. E para que a teoria se aplique na prática é preciso entender melhor aquilo que todos costumam chamar de “a melhor idade”.

Menopausa, oscilações de peso, problemas de saúde,

Conversando com Dr. Luiz Cuschnir – Glorinha Cohen

PERGUNTA Dr. Luiz. Tudo ia bem até que surgiu o desejo de me tornar mãe. Passei uns dois anos lutando contra a idéia, mas, no fim, resolvi que queria mesmo um bebê. Mas sei que, se não fosse mãe, teria uma vida bem diferente, mas igualmente gratificante. Ter um filho custa caro e dá trabalho. Se sem um filho a vida pode ser gratificante, então por que tê-lo? Eu gostaria de ouvi-lo sobre essas minhas dúvidas”.

RESPOSTA Só dá para ter a específica gratificação da maternidade em função da relação com um filho, no

Entrevista concedida para a Revista Ana Maria

Vanessa Vieira: Mentir é um artifício comum entre os jovens para conseguir fazer coisas que, em outra situação, não seriam aprovadas pelos pais, como viajar com o namorado ou ir a locais potencialmente perigosos. Esse tipo de “mentira” faz parte do amadurecimento? Como os pais devem lidar com isso?

Luiz Cuschnir: Mentira não é sinal de amadurecimento. Nem o apressa nem facilita. O que muitas vezes ocorre é que cria um clima de perseguição e depois muitas dificuldades de manterem coerentes para manter a seqüência da mentira, que em geral mais mentira. Cria

Carla Hosoi – iG São Paulo – 21/11/2011

Frases de Roberto Justus colocam a participação paterna em discussão e mostram que, apesar dos avanços, o jargão está longe dessa realidade 

Não basta ser pai, tem que participar. O velho slogan parece atingir o auge do seu significado em pleno século 21. O exercício da paternidade tem sentido cada vez mais amplo: às vezes, o pai assume vários papéis na vida do filho, da gestação à maturidade. Em outras, continua apoiado sobre pensamentos tradicionais, tendo apenas uma função em relação aos filhos.

A recente declaração do publicitário Roberto Justus trouxe o

Concedida a Mauro Silveira – Revista Época – 07/10/2011

Revista Época: Dr. Cuschnir: o dinheiro tem significados diferentes para o homem e para a mulher? Em caso positivo, por que?

Luiz Cuschnir: Não dá para se dizer que há uma grande diferença como um todo. Particularizar somente pelo gênero seria uma generalização perigosa. Poderíamos indicar algumas tendências que se verificam mais com um ou com outro. Para os homens, a compra de bens materiais como patrimônio ou carro, tem a característica do masculino assim como para mulheres roupas ou jóias indicam o feminino. Ambos hoje em dia pensam em segurança

Revista do Esporte Clube Pinheiros – edição de agosto/2011

A ideia é falar de uma geração que, apesar da vida corrida, está envolvida tanto ou mais que as mães na criação dos filhos. Para o senhor ter um exemplo, um dos nossos entrevistados é o apresentador Marcos Mion, que já pegou avião só para dormir com o filho (trocar a fralda) e depois voltou para o Rio para gravar uma novela

Pergunta: Por que, mesmo tendo uma criação diferente, alguns pais quebram a barreira e se envolve bastante na relação com os filhos?

Luiz Cuschnir: Os homens ganham muito com

Entrevista concedida à Revista do Correio Braziliense Reporter – Flávia Duarte – 08/2011

Flávia Duarte: Os homens ainda são vistos como coadjuvantes durante a gestação?

Luiz Cuschnir: Desde o advento do femininismo, houveram profundas mudanças nas relações familiares. Com a mulher ocupando outros espaços sociais, os homens, com o Masculismo (tese de mestrado na Fac. Med. Da USP – Masculismo, um estudo através do Gender Group® – que apresentei em 1998) tiveram a oportunidade de desenvolver vários papéis, inclusive o de pai. Nas últimas décadas tivemos muitas transformações desses paradigmas. Sem dúvida, eles ainda não são os protagonistas, mas se

Jovem Pan – 12/08/2011

Nas últimas décadas tivemos muitas transformações desses paradigmas. Sem dúvida, eles ainda não são os protagonistas, mas se espera uma participação muito maior do que em décadas passadas

JP: Quais são as maiores angústias, medos e expectativas do homem que espera o primeiro filho? Esses sentimentos mudam quando a mulher espera o segundo filho?

Luiz Cuschnir: Sempre foi importante para o homem ter filhos, pois dá a noção de continuidade e muitas vezes de sentido de vida. Sentir-se capaz, fértil, reprodutor, conecta-se com a masculinidade e toda noção de identidade masculina.

O filho pode ter a

Ieda Santos

Não que as mulheres não precisem ser protegidas. Que o digam os longos anos de dominação masculina só abrandados sob incansável pressão social que vem resgatando sua dignidade. Vitória que as iranianas ainda aguardam e muitas africanas nem sonham. São conquistas, porém, que não alcançaram o equilíbrio, pois a sociedade esqueceu-se de preparar os homens para essa convivência. Resultado: elas cresceram e eles estão querendo avançar, libertar-se dos muitos equívocos relacionados à forma como são educados. Querem humanizar-se e valorizar o afeto. Estão inaugurando o “masculismo”, movimento oposto ao feminismo, através do qual deverão rever e reivindicar valores

Kalunga Cotidiano

Não é de hoje que o homem cultiva o hábito de formar parcerias duradouras com seu semelhante, de preferência do sexo oposto. Mas, entre o desejo e a sua realização, existe um longo caminho.

À exceção de alguns religiosos, personalidades com desvios psiquiátricos importantes ou outras que apresentam dificuldade extrema nessa questão do acasalamento, sempre haverá alguém no mundo buscando estabelecer algum tipo de vínculo afetivo, mais ou menos profundo. O psiquiatra e psicodramatista Luiz Cuschnir, autor do livro “Os Bastidores do Amor”, comenta que essa necessidade de companhia costuma manifestar-se desde a mais tenra idade, inclusive dentro

Diário do Nordeste por Sergio Lemo

Psicoterapeuta Luiz Cuschnir lança livro “A Mulher e Seus Segredos” no qual desvenda mistérios que permeiam o imaginário feminino.

O Dia Internacional da Mulher surgiu como forma de comemoração das conquistas econômicas, políticas e sociais alcançadas pelo sexo feminino nas últimas décadas. É impossível negar que elas estejam muito mais fortes e decididas do que suas mães e avós. Mas, segundo o psicoterapeuta Luís Cuschnir, autor do livro “A mulher e seus segredos” (Larousse do Brasil), o sexo feminino, do ponto de vista emocional, ainda tem necessidades e fragilidades escondidas.

Na publicação, que será

Veja

Um psiquiatra paulista afirma que, depois da revolução que as mulheres fizeram, os homens precisam rever o seu papel na sociedade.

O psiquiatra paulista Luiz Cuschnir, 41 anos, é um mestre num desses assuntos que, além de originais, invariavelmente dividem as opiniões das pessoas. Professor-supervisor de Psicodrama do Serviço de Psiquiatria do Hospital das Clinicas, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, dedica-se ao estudo das transformações causadas pelo novo papel da mulher na sociedade e ao fato de ela progressivamente ocupar espaços que antes eram exclusivos do homem. Cuschnir está convencido de que vivemos um momento

Entrevista concedida para a Revista Criativa

Nicole Ramalho: Muitos pais possuem a guarda dos filhos atualmente. O que mudou na sociedade para que isso passasse a acontecer?

Luiz Cuschnir: A partir do movimento feminista e da emancipação das mulheres, muito dos seus papéis foram deslocados e ampliados. Todo grupo, quando se movimenta, se transforma e provoca um novo reagrupamento dos seus integrantes, uma nova redistribuição dos papéis que eles exercem dentro dele. Tudo era de um jeito bem diferente: mulheres na casa, cozinha, com filhos, e homens fora, trabalhando e ganhando dinheiro. Neste caso, as mulheres estavam totalmente imersas e

Entrevista concedida para a Agência Estado

A figura paterna na educação dos filhos nestes novos tempos

Fabíola Girardin: A participação mais ativa na educação dos filhos gera algum tipo de atrito com a mãe? As mulheres estariam se ressentindo ou aplaudindo o comportamento deste “novo pai”?

Luiz Cuschnir: É claro que toda mudança gera reaçôes em sentido contrário, de igual intensidade para equilibrar novamente o status quo, pelo menos na intensidade da proposta transformação. Pai com uma presença tão marcante como nos nossos dias, provoca diretamente uma mudança no papel da mãe. Ela era a dona da casa mas também

Marilena: O que leva o marido a se afastar da mulher e dos filhos para se dedicar tanto ao trabalho?

Luiz Cuschnir: Em geral é o peso da responsabilidade, do papel de provedor o exigindo e a necessidade de se confirmar no seu masculino.

Marilena: O que deve ser feito para chamar a atenção dele para o fato de estar viciado em trabalho e ajudá-lo a mudar o comportamento?

Luiz Cuschnir: Quando o chamar atenção não vira uma bronca ou uma pressão ao ponto de indicar uma ameaça, é uma maneira de colocar o assunto para iniciar uma reflexão e

Entrevista concedida à Revista VIP

VIP: Quais são os tipos de homens que se aproximam de mulher com criança pequena? Entre os entrevistados pude identificar, pelo menos, três tipos: o namorado após as 22h (quando as crianças estão na cama), o que se apaixona pela garota e os filhos é algo que ele tem de lidar e os que encarnam o paizão.

Luiz Cuschnir: Na maioria dos casos, o homem se apaixona pela mulher e não pela “mulher com criança pequena”, aliás, este pode ser até um fator de rejeição para vários homens. O fato de ela ter um filho

Entrevista concedida ao IG

Paloma: Quais os motivos, geralmente, que levam as mulheres hoje em dia a não quererem ter filhos, na sua opinião?

Luiz Cuschnir: Quando elas não querem, mas nem sempre é assim, tem a ver com a etapa da sua profissionalização. é mais difícil que seja em função do seu relacionamento específico, como imaginar que o homem com quem está se relacionado, não teria condições mínimas para ser pai. Não é por aí que vem a restrição. é inerente a ela própria, ao seu momento. Algumas vezes por advir de traumas individuais (família própria, medos de experiências

Entrevista concedida para a Revista Ana Maria

Vanessa Vieira: Na adolescência, adianta proibir? Quais são as situações em que essa estratégia é válida?

Luiz Cuschnir: A proibição sempre pode gerar a situação de mentiras e dissimulações. Sempre que possível, a argumentação e esclarecimento da situação a ser evitada deve ser optada. Por outro lado, mesmo com a possibilidade do adolescente burlar, é importante que certas situações passem por uma limitação severa, com proibição clara e risco bem explicitado.

Vanessa Vieira: A adolescência ainda é tempo de educar e impor limites? Que diferença de estratégia entre ter autoridade com uma criança

Concedida ao – Diário da Região – S.J. do Rio Preto

Renata Fernandes: Bom, gostaria de saber porque o desafio em terminar uma relação é igual ou maior que o de se casar?

Luiz Cuschnir: Terminar um casamento, além do sonho e ideal que não é atingido, pode significar uma agressão, tanto para o outro da relação como para relações familiares ou sociais que invadem as pessoas. Como escrevo neste último livro “Os Bastidores do Amor” (ed. Alegro), as pessoas muitas vezes são invadidas de regras que acabam cumprindo,
mesmo sem o envolvimento amoroso.

Renata Fernandes: O senhor acredita

Entrevista concedida para a Revista AnaMaria

O caso Edinho (filho de Pelé)

Ana Neiva: Em geral, é a mãe quem fica mais em casa, de olho no filho. Será que a ausência paterna tem alguma parcela de culpa quando o filho resolve apostar nas drogas? O pai deve mesmo se sentir culpado? Por que um homem aparentemente bem-sucedido como Edinho entrou nessas?

Luiz Cuschnir: A mãe em geral fica mais atenta, mas também é muito comum que o pai esteja mais alerta em função de ter mais experiências, contato ou informações a respeito de drogas e usuários. O Pai não