Do ponto de vista psíquico, o que é ser mulher?

Sem saber defini-la pois é impossível restringir a uma só visão, arrisco que são tantas quantas as variações que indicariam os tons do Pantone, cartela que se usa para definir as cores. O psiquismo feminino sofre influências enormes do ambiente, que por sua vez estão atreladas à educação que elas recebem, às experiências que vivem ao longo da vida e às condições particulares individuais para enfrentá-las.

Há aspectos em comum? Sim, pode ser, mas ainda de acordo como cada uma pode tomar para si o cuidado com o seu emocional.

– Gostaria que destacasse três generalizações que normalmente escutamos sobre as mulheres e desmistificasse cada uma delas separadamente, por favor. Por que elas são afirmações equivocadas?

1- Mulheres são frágeis e delicadas: esta talvez seja a generalização mais comum e discutida. Uma mulher pode ser sensível, cuidadosa, atenciosa e amorosa mas se manifestar sem tanta delicadeza e muito menos ser delicada. É preciso entender a forma de demonstrar a sensibilidade de maneira individual, nem sempre na delicadeza está o lado sensível de uma mulher.  Falo muito sobre o “poder” feminino residir justamente nos aspectos relacionados a sua identidade como tal no meu livro “Como

*No seu livro “Por dentro da cabeça dos homens”, você fala de diferentes tipos de homens. Quais tipos são esses?

Neste livro falo de vários tipos de homens, já que não se pode dizer que os homens são somente de um jeito. Precisamos utilizar características mais comuns e que conciliem em maneiras de ser que vários podem ter.

Digo isso porque nunca se pode afirmar que todos seriam introvertidos já que temos os que gostam de se expor, pelo menos mostrar quem são para serem reconhecidos.

Outros são mais discretos, chegando a serem introvertidos ou retraídos, que detestam que se

A ideia é mostrar para a leitora como dá para contornar ou tentar evitar o divórcio quando ela se depara com as seguintes situações: Situações inúmeras podem ocorrer mas levantando alguns desses pontos, tentarei explicar um pouco mais o que pode provocar gatilhos que indicam o caminho destrutivo de um relacionamento que supostamente teria o interesse de ambos que perdurasse.

Mostro também o que pode estar por detrás daquilo que é tão aparente e objetivo, que poderia tomar um rumo menos comprometedor se pudesse ser visto mais amplamente ou profundamente.

Tudo pode ser discutido de uma maneira mais ampla e

Redatora: Ana Paula Costa                                                     Jornal A Tribuna (Vitória, ES)

* Em um artigo, um colunista que explora o universo masculino disse que o homem, no dia a dia, é mais frágil do que aparenta para a mulher. Ainda é um tabu para eles mostrar essa fragilidade?
Essa fragilidade é relativa e como tudo, depende do lugar de onde ela é vista e avaliada. Costuma-se dizer isso em relação ao lidar com a expressão

Na segunda hora do programa Alta Frequência da rádio Band News FM, o convidado foi o psicoterapeuta Luiz Cuschnir, confira abaixo sua entrevista:

“…Conta da sua decisão profissional quando resolve ser psicoterapeuta, fala do Masculismo e das questões pertinentes ao estudo dos gêneros, discrimina o entendimento do homem e da mulher não somente da perspectiva sexual mas em relação ao conceito de gênero. Elucida um pouco mais como são os seus estudos e prática profissional para se basear nos seus treze livros e avisa: Está saindo do forno o décimo quarto…”

Entrevista do Dr. Luiz Cuschnir para Revista Máxima de                 Portugual – Por Sofia Teixeira

HOMENS À BEIRA DE UM ATAQUE DE NERVOS

Numa sociedade que valoriza cada vez mais a sensibilidade e a cooperação, atributos masculinos outrora importantes como a autoridade e a virilidade são agora questionados. Muitos adaptaram-se, outros deixaram de saber quem são. Estarão os homens a enfrentar uma crise de masculinidade?

 

O psiquiatra brasileiro Luiz Cuschnir estuda e escreve livros sobre este tema há mais de 30 anos. E defende que, olhando para trás a situação para os homens já foi pior. Nos anos 90,

  1. Queremos saber um pouquinho sobre você, sua carreira e seus livros.

 

Cuschnir por Cuschnir

Eu poderia ter sido engenheiro, arquiteto ou administrador de empresas, mas quando assisti o filme Freud, Além da Alma me fascinei com a Psiquiatria e decidi meu destino profissional. De repente, aos 17 anos, me vejo longe da família, cursando medicina na Faculdade de Ciências Médicas de Santos, mas ao invés de me dedicar apenas à psiquiatria, resolvi estudar todas as matérias médicas. Queria me preparar mais amplamente primeiro.

Nos meus primeiros anos como psicoterapeuta, atendi um número grande de adolescentes. Nas sessões

(Reportagem especial sobre o prefeito eleito João Doria (PSDB)

Será um perfil com informações sobre as preferências, qualidades e até algumas manias do futuro prefeito. )

Precisamos saber do sr. até que ponto as manias de uma pessoa, como estas citadas, são normais? E quando elas deixam de ser um excesso de zelo e passam a ser doença?

Há  uma tendência a generalizações de diagnósticos psiquiátricos na medida em que as  informações como um todo passam a ser de domínio e acesso público.

Paralelo a isso, informaliza-se termos no sentido de definir algum comportamento mas que somente estão evidenciando traços ou

No seu livro “Por dentro da cabeça dos homens”, você fala de diferentes tipos de homens. Quais tipos são esses?

Neste livro falo de vários tipos de homens, já que não se pode dizer que os homens são somente de um jeito. Precisamos utilizar características mais comuns e que conciliem em “maneiras de ser” que vários podem ter.

Digo isso porque nunca se pode afirmar por exemplo, que todos seriam introvertidos já que temos os que gostam de se expor, pelo menos mostrar quem são para serem reconhecidos. Outros são mais discretos, chegando a serem introvertidos ou retraídos, que detestam

“E VIVERAM FELIZES PARA SEMPRE…”
BOM SERIA SE TODOS OS CASAMENTOS NA VIDA REAL FOSSEM SEMPRE TÃO INCRÍVEIS COMO OS DOS FILMES. SÓ QUE FORA DE HOLLYWOOD
A GENTE TEM DIAS BONS, DIAS RUINS E DIAS EM QUE BATE AQUELA VONTADE DE DESISTIR. MAS, ANTES DE JOGAR A TOALHA, QUE TAL PARAR, RESPIRAR FUNDO
E VER SE TEM JEITO DE VIRAR ESSE JOGO?
RAFAELA POLO

AQUELA HISTÓRIA DE QUE O CASAMENTO SÓ TERMINA QUANDO “A MORTE OS SEPARE” NÃO É VERDADE.
Nem todo mundo tem final feliz. De acordo com o IBGE, nos últimos 30

A ideia é mostrar para a leitora como dá para contornar ou tentar evitar o divórcio quando ela se depara com as seguintes situações:
Situações inúmeras podem ocorrer mas levantando alguns desses pontos, tentarei explicar um pouco mais o que pode provocar gatilhos que indicam o caminho destrutivo de um relacionamento que supostamente teria o interesse de ambos que perdurasse.
Mostro também o que pode estar por detrás daquilo que é tão aparente e objetivo, que poderia tomar um rumo menos comprometedor se pudesse ser visto mais amplamente ou profundamente.
Tudo pode ser discutido de uma maneira

Estamos fazendo uma matéria sobre coisas que não devem ser ditas aos homens pelas mulheres. Isso porque as mulheres e os homens têm seus pontos fracos em temas diferentes, e as mulheres nem sempre percebem que um determinado assunto é um tabu masculino.  
 
Considerando isso, seguem as perguntas abaixo: 
  
* Em um artigo, um colunista que explora o universo masculino disse que o homem, no dia a dia, é mais frágil do que aparenta para a mulher. Ainda é um tabu para eles mostrar essa fragilidade?  
Essa fragilidade é relativa e como tudo,

O número de divórcios cresce a cada ano no mundo, e o Brasil acompanha esta estatística. As pessoas se casam menos, e o casamento passa a ser visto como ultrapassado. Usando como base a experiência que adquiriu ao resgatar inúmeros relacionamentos de situações de crise, Dr. Luiz Cuschnir propõe uma nova perspectiva para a união matrimonial. Levando em consideração as mudanças de rotina da vida contemporânea, ele apresenta uma maneira mais atual de enxergar o casamento e demonstra que é possível mantê-lo saudável, mesmo em tempos de grande individualismo. Ainda vale a pena é um verdadeiro manual

Assista a entrevista do Dr. Luiz Cuschnir sobre estudos da UNICAMP comparativos de mulheres que são donas de casa e as que trabalham fora.

A saúde mental tende a ser protegida de quadros psíquicos muitas vezes em função da realização de atividades profissionais remuneradas.

DETOX EMOCIONAL: Como fugir da relação tóxica, um veneno da modernidade

                                                      Entrevista da revista VIP – outubro, 2015 (Lidice-Bá)

Sua vida pode estar sendo detonada por confusão, estresse, tensão e até dor. Sabe quem pode estar envenenando você? O   irmão, seu chefe, a namorada, o amigo.

COMO DIZIA SARTRE, O INFERNO SÃO OS OUTROS!

Dois mil anos antes de Cristo os gregos já usavam flechas envenenadas. Para criar fumaça tóxica durante os

    Entrevista na Tribuna Judaica (Joel Rechtman)

Luiz Cuschnir diz que é preciso tolerância e empenho para construir o Shalom Bait

Luiz Cuschnir tem mais de 35 anos de experiência como psiquiatra e psicoterapeuta. Formado pela Faculdade de Ciências Médicas de Santos, graduado pela Faculdade de Medicina da USP e especializado em psicodrama, ele é percursor no Brasil do Gender Group, que reúne grupos masculinos e femininos em vivências e debates sobre o que é ser homem ou mulher nos dias de hoje, quando há uma mudança de paradigma no papel de cada um dentro da sociedade e da família.

Nesta

Pode parecer que há um prolongamento na dependência dos filhos, quando se fala do ponto de vista econômico mas por outro lado, há um distanciamento maior, emocional, propiciado pela amplitude que os canais de informação oferecem para a apresentação do que é o mundo para eles. Não é só o progenitor que oferecerá os mais importantes caminhos para esse filho se tornar um homem e essa filha uma mulher. Ele sairá por aí e receberá muito, com uma qualidade distinta ao que um vínculo paterno proporcionaria.

 

Esse distanciamento afeta a relação afetiva, a troca inexistente ou interrompida que propicia

ENTREVISTA A REVISTA CLAUDIA (Gabriela Abreu) 


 

CLAUDIA – Como elas podem aprender de novo a incluir isso na rotina, já que é um outro tempo, os códigos são outros, o que é preciso fazer? Algo bem prático. 


Primeiro se dar conta que há uma mudança real, que mesmo que o desejo existe em manter viva a memoria, a sensação de estar junto com a outra pessoa, isso não é mais verdade. A partir daí começa o tempo de luto, de término emocional, de despedida de uma fase de vida. Para algumas pessoas leva mais tempo, que aliás

Entrevista ao jornal A Tribuna de Santos (MAURÍCIO MARTINS)

 

A Tribuna – Quando falamos em depressão, o que há de novidade em pesquisas sobre a doença e quais as diferenças de sintomas em homens e mulheres? O que há de mais novo em tratamento?

Hoje falar de depressão é muito diferente do que já foi em décadas passadas. O preconceito a diagnósticos e doenças psíquicas é muito menor e com isso, o acesso a tratamento fica mais fácil. A ampliação dos métodos diagnósticos e do conhecimento médico sobre ela, facilitaram muito o entendimento e a aceitação da sociedade como

Entrevista a Revista Claudia

Gabriela Abreu: 
- Como elas podem aprender de novo a incluir isso na rotina, já que é um outro tempo, os códigos são outros, o que é preciso fazer? Algo bem prático. 


Primeiro se dar conta que há uma mudança real, que mesmo que o desejo existe em manter viva a memoria, a sensação de estar junto com a outra pessoa, isso não é mais verdade. A partir daí começa o tempo de luto, de término emocional, de despedida de uma fase de vida. Para algumas pessoas leva mais tempo, que aliás precisa ser

Entrevista a Marina Oliveira para o site UOL – Mulher

 

*O primeiro ano do casamento é um período decisivo e até sensível para o casal? Por quê?


Com certeza. Em geral ele vem de uma data muito esperada que na verdade se compõe de uma expectativa gerada no tempo que a antecede. Às vezes longos anos, uma parte da existência para o que significa o casamento e o dia em que acontecerá algo muito esperado como uma comemoração muito especial. Isso tudo gera um estresse e como sempre, o pós estresse também responde com emoções relacionadas. Com essa configuração

Entrevista à Radio Estadão

A satisfação feminina parece inatingível. As casadas sentem falta da liberdade do tempo de solteiras; as bem-sucedidas na carreira anseiam pela maternidade e amor; as solteiras querem casar-se; as mães em tempo integral querem maior liberdade…

A harmonia é possível para a mulher auto consciente, a que está em contato constante com sua essência. Só assim ela se fortalece para desempenhar todos os papéis com uma atitude integradora: fica forte e ao mesmo tempo flexível para encarar os desafios do cotidiano.

A identidade feminina deve ser formatada a partir de verdades construídas por si própria, longe

Daniela Venerando

Em 15 de julho comemora-se o Dia do Homem no Brasil —celebrado internacionalmente em 19 de novembro. Por aqui, a data foi proposta pela Ordem Nacional dos Escritores, em 1992, com o objetivo principal de lembrar dos cuidados com a saúde do homem. Também foi instituída para discutir a igualdade entre os gêneros masculino e feminino e o paradigma do homem contemporâneo, que já não segue o mesmo padrão comportamental do século passado. Para trazer à tona essas mudanças, conversamos com o psiquiatra Luiz Cuschnir, autor dos livros ‘Por Dentro da Cabeça dos Homens’ (Editora Planeta) e ‘Ainda

Romance Duradouro

Confira dicas para que a relação não se desgaste com o tempo, dada por Luiz Cuschnir, psiquiatra e psicoterapeuta com 40 anos de experiência, que acaba de lançar o livro “Ainda vale a Pena”: Cultivar para Manter os Vínculos de Amor (Editora Planeta). ” No casal a individualidade de cada um precisa ser respeitada. E nada é impossível se queremos mesmo ter uma relação saudável. “Relacionamento é um refazer, constante, dos laços”, observa.

1 –  Aceite que os dois não serão felizes o tempo inteiro, mas que construirão a felicidade a cada passo da vida juntos.

2 – Não confunda

Entrevista para Renata Pessoa                                         Site Abílio Diniz

Balanço de vida

O encerramento de um ano é um bom momento para refletirmos sobre as experiências vividas e avaliarmos as consequências positivas ou negativas que elas nos trouxeram. Esta avaliação pode mostrar quais situações proporcionaram crescimento e quais serviram para alertar sobre a necessidade de mudanças.
Algumas pessoas costumam anotar suas reflexões com as perdas e ganhos que teve. Outras, preferem avaliar as metas que se propôs a realizar, e estipular

Revista Claudia – Jornalista Liliane Oraggio
Entrevista concedida – 05/03/2014

Homens e mulheres têm disponível drives distintos em relação a vários assuntos: amor, sexo, diálogos, corpo, tempo etc. Como falo no meu livro “Por dentro da cabeça dos homens” (Ed. Planeta). A genética não nos deixa mentir. Mulheres são XX e homens, XY. Uma única letra, e a confusão foi armada.

A vida sexual para elas pode ter um espaço vital como uma declaração de amor a cada relação e para o homem ter um sentido estrito de alívio e relaxamento.
Com o transcorrer de um relacionamento mais

No passado, o homem não tinha a noção clara da própria insatisfação. Em decorrência disso, morria mais cedo e passava pela vida deprimido, sem procurar ajuda médica. Hoje, está mais consciente do que representa como provedor e amante. Aprendeu a reclamar e já não esconde suas angústias como no passado. Quando aceita que está fraco ou entende que precisa lidar melhor com suas emoções e conflitos, pede ajuda. O super-homem faliu e nasceu um homem de verdade”, Luiz Cuschnir, 64 anos, psiquiatra e coordenador do Gender Group do Instituto de Psiquiatria da USP (Universidade de São Paulo).

Uol Mulher –

Entrevista concedida para Revista Claudia – 11/08/2014

Revista Claudia – Muitas vezes, a felicidade está associada ao relacionamento amoroso. A busca excessiva por um parceiro afetivo pode atrapalhar a felicidade? Antes de qualquer coisa, para ser feliz num relacionamento, é preciso saber ser sozinho?

Luiz Cuschnir – Há uma noção de que estar sozinho é ser infeliz. Uma das origens desse pensamento é religiosa quando é colocada a importância do homem ter uma companheira associando a razão da vida que Deus criou. Com a evolução das relações criaram-se os conceitos de família implicando numa união que traria os descendentes e

Talentosos, inteligentes e politicamente corretos, durante onze anos a atriz Gwyneth Paltrow e o cantor Chris Martin, da banda Coldplay, encarnaram o modelo de casal perfeito. E, no último dia 25 de março, eles se tornaram também referências de descasados bem resolvidos, depois que o blog da atriz, o Goop.com, publicou o post intitulado “Conscious Uncoupling”, termo que a imprensa brasileira traduziu como “separação consciente”.

No blog, a atriz anunciou: “É com o coração cheio de tristeza que decidimos nos separar. (…) Contudo, nós somos e sempre seremos uma família e, de muitas maneiras, estamos mais próximos do

Atitude pode mudar sua vida para melhor

Quem nunca sentiu medo? Comum em qualquer pessoa, a sensação ocorre quando nos sentimos ameaçados – física ou psicologicamente – e, por isso, entramos em estado de alerta e demonstramos receio de fazer algo. Entretanto, há diferentes formas de encarar a situação.

Na dificuldade de encarar os próprios medos a tendência mais natural da pessoa é a de desviar, evitar e muitas vezes negar que ele exista: “a pessoa escolhe caminhos diferentes, mesmo que mais complexos, para chegar aonde deseja sem precisar passar pela situação que gera o medo. Algumas podem fazer o

Para o psiquiatra e psicoterapeuta Luiz Cuschnir, homens são sensíveis da maneira deles, mas a pressão feminina é grande

De um lado, elas querem carinho e atenção em momentos difíceis de suas vidas. Do outro lado, eles não entendem as necessidades delas, ou não conseguem oferecer o que elas precisam de fato.
Esse conflito de interesses pode estar por trás da imagem negativa que as mulheres têm dos homens, e que ficou evidenciada na pesquisa “Homem Homem” , explicou o psiquiatra e psicoterapeuta Luiz Cuschnir. O especialista, que é autor do livro “Por Dentro da Cabeça Dos Homens” (ed.

Site Abílio Diniz – Renata Pessoa – fevereiro/2014

Pergunta: É comum a pessoa impaciente não reconhecer este defeito? Quais os principais sintomas da irritabilidade?

Luiz Cuschnir: Não dá para dizer que é comum mas pode acontecer, mas isso não indica que essa pessoa não aceite de alguém mais próximo, com certo jeito, acessá-la e conseguir mostrar a ela como ela está se comportando. É muito comum eu ver em casais, em fase de reconciliação ou de conflitos intensos entre os dois, que um deles, com mais tranquilidade e no momento certo, conseguirem dizer para

Novo livro do psiquiatra Luiz Cuschnir, que traz apresentação escrita pela jornalista Mônica Waldvogel e será lançado no próximo dia primeiro de agosto na FNAC Paulista, é dedicado a mulheres contemporâneas e independentes em busca de equilíbrio entre vida profissional, social, familiar e amorosa.

“A vida não está fácil para ninguém. Depois de um dia desgastante, no qual só uma mulher como você teria conseguido chegar viva até o fim, você encontra suas amigas. Estão todas radiantes e você logo pensa: “Que vida boa! Se fizessem metade de tudo que eu faço, elas estariam ferradas”. Só que o

Muita gente acredita que ser homem envolve, antes de mais nada, força, coragem e tenacidade. Se possível, com uma boa dose de inteligência, criatividade, sensibilidade e – sempre – com uma pitada de muita virilidade. Quando ao assunto “nova mulher”, as mesmas pessoas acham que ele n@atilde;o tem nada de novo, e que as mulheres procuram, como há pelo menos dez mil anos, homens que sejam reprodutores, provedores e, na medida do possivel, companheiros. Será verdade?

Será que o relacionamento homem/mulher ficou tão mecânico que não há lugar para o sentimento?

Em Masculino, Luiz

Conversando com Dr. Luiz Cuschnir – Glorinha Cohen

PERGUNTA: Meu nome é Cristiane e venho lendo muito sobre seu trabalho, principalmente relacionado às crises dos homens. Realmente é incrível admitir que os homens sabem mais sobre as mulheres do que o contrário.

Estou tendo um problema muito sério com meu noivo. Ele tem 36 anos, e morava em uma cidade chamada I. S.. Durante muitos anos ele vem tentando sair para poder trabalhar com o que gosta realmente. Recentemente ele se mudou para São Paulo e está trabalhando finalmente com o que gosta. Ele é jornalista e vem de uma

“Depois de uma traição, os homens ficam com uma sensação de derrota. Eles levam o trauma adquirido com a companheira em questão para a vida e têm dificuldade de se entregar nas futuras relações.”

Revista Claudia – Setembro de 2013

Entrevista concedida à Revista UOL – agosto/2013

Curso de atualização, especialização ou pós-graduação. Homens têm interesse em atividades que preencham o seu conhecimento. Frequentar algum lugar, dá chance para ficar mais perto e vencer os primeiros momentos onde irão se conhecer em papos mais gerais.

Livrarias são lugares que certos homens gostam de ir. Ficam fuçando e nem sempre travam conhecimento com alguém mas às vezes, com a mulher dando o primeiro passo, pode dar certo. Nos cafés desses lugares, eles ficam e podem abrir uma chance se estiverem em mesas próximas.

Também cafés onde eles levam os laptops para

Revista Claudia

Não é só a gente que se angustia por não saber como lidar com o companheiro em alguns momentos da vida a dois. Eles sofrem do mesmo mal. Um estudo recém concluído pela universidade de São Paulo apontou as três principais inquietações masculinas em relação a nós. Eles querem, mas nem sempre conseguem: se apaixonar intensamente, aprender a romper relacionamentos ruins e lidar bem com o dinheiro do casal.

“Os homens desejam ser conquistados pela mulher. Quando isso não ocorre ou descobrem que quem está ao lado deles não os fará felizes como imaginavam, ficam profundamente aflitos. Por

Entrevista concedida para UOL Mulher – julho/2013

Pergunta: Quais são as causas mais comuns da perda do desejo das mulheres?

Luiz Cuschnir: Mulheres mais reprimidas, que têm a dificuldade de se soltar numa relação sexual, tenderão a ter mais esse sintoma. Ele pode estar associado com a Dispareunia (dor no ato sexual) e outros quadros que afetam a possibilidade de sentirem a satisfação em virtude de incômodos nessa hora. Com o tempo a mulher vai evitando as relações e assume uma rotina de vida onde não inclui a atividade sexual na sua vida. Quadros psiquiátricos como fobias e depressões podem

Entrevista concedida à Revista Men’s Health – julho/2013

MH: Quais fatores psicológicos levam um homem a desenvolver obsessão pela forma física?

Luiz Cuschnir: Questões ligadas à insegurança psicológica de como está sendo considerado pelos outros, pode levar a necessidade de se apresentar fisicamente de uma maneira que o confirme a sua presença nesse sentido. A obsessão, que implica em uma subordinação a essa necessidade, no caso baseada nos aspectos físicos, torna um homem dependente ao extremo de se preparar fisicamente ao ponto de poder deteriorar outras atividades importantes de sua vida. Ele precisa dessa imagem física para se sentir aceito e

Site Abílio Diniz– Nancy Campos – maio/2013

Para corrigir os próprios defeitos é preciso primeiramente aceitá-los, por meio do autoconhecimento, da reflexão e das críticas alheias, segundo o psiquiatra e psicoterapeuta Luiz Cuschnir.
Idealizador e coordenador do GENDER GROUP do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo e do IDEN (Centro de Estudos da Identidade do Homem e da Mulher), o especialista defende que para nos aprimorarmos devemos abraçar todos os aspectos do nosso ser e, assim, trazer à tona o melhor de nós. Confira a entrevista:

Pergunta: Qual o

“A mulher muito independente pode fazer o parceiro perder o referencial de masculinidade, o sentimento de ser a estrutura, a fortaleza da relação. No entanto, se a esposa demonstra alguma fragilidade, ela deixa de parecer tão poderosa e ele se sente útil, recolocado em sua posição de proteção. O marido tem prazer em exercer o papel de forte, que historicamente é dele.”

Mulher Negra e CIA

“O problema é que essa opção (carreira) pode trazer perdas irreparáveis. Uma casa não é feita apenas de quatro paredes e contas a pagar, mas também de aconchego – e isso depende da proximidade do casal e do nível de afinidade que ele tem no intervalo extra-trabalho. O drama é que esse intervalo está cada vez menor, mas boa parte das mulheres quer conciliar e não escolher entre profissão e amor. Todas as conquistas são importantes para elas. A carreira e o convívio com a família são realizações diferentes que se completam.

Mulher Negra e CIA

Revista Claudia por Adriana Negreiros – julho /2012

Em novo livro, psiquiatra ensina como usar o poder que só as mulheres têm para dominar o mundo, o que significa conquistar a si mesmas..

Quando pensa em uma mulher conquistadora, o que vem à sua cabeça? Uma pesquisa de imagens em site de buscas dá pistas sobre o senso comum formado a esse respeito: a foto de uma magra e peituda de lingerie sexy e olhar matador divide espaço com a de uma executiva de salto agulha pisando no peito de um pobre coitado deitado a seus pés. Esqueça. Em Como

Revista Lola por Luciana Ackermann- julho /2012

As mulheres mais realizadas são as que não abrem mão de suas características femininas – o que inclui o desejo de ter suas ações legitimadas pelo olhar dos homens. É o que defende o psicanalista Luiz CuschnirSe fosse possível medir a distância que separa o que vai pela cabeça dos homens e das mulheres, Luiz Cuschnir, de 62 anos, seria um forte candidato a dono da régua. Idealizador e coordenador-geral do GENDER Group, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, o paulista é um expert na arte de devassar,

Mariana Timóteo da Costa – O Globo – 29/05/2012

Distúrbio hormonal que atinge entre 3% e 8% das mulheres em idade reprodutiva põem  saúde mental em risco.

A cultura pop de Rita Lee aos Raimundos; de Pedro Almodóvar e Woody Allen às “mulheres desesperadas” da TV já lida há muito com as alterações de comportamento típicos do sexo feminino. O trabalho da ciência para explicar de quem é a culpa de transtornos como a temida TPM (tensão pré-menstrual) não tem  fim. Sabe-se que a quantidade e as variações, ao longo do mês, dos hormônios que circulam pelo corpo da mulher

Raquel Paulino – iG São Paulo – 05/05/2012

Autoconhecimento e maturidade são essenciais para encarar a realidade da vida a dois

Imagine viajar para curtir o calor da Flórida e, ao sair do avião, descobrir que foi levada aos Alpes Suíços. Mesmo achando os dois destinos deliciosos, o choque com a mudança é brutal, já que nem roupas adequadas para o clima local você tem. É mais ou menos essa a sensação de muitos recém-casados, que idealizam um conto de fadas para depois do “sim” e, com a chegada da rotina e das contas a pagar na volta da lua-de-mel,

site Abílio Diniz – 26/01/2012 – Mariana Teodoro

Ter gostos diferentes pode complicar a relação.

Há quem diga que no amor, assim como na física, os opostos se atraem. Resta saber se essa afirmação faz mesmo sentido quando o assunto é relacionamento. Se por um lado, não mandamos no coração e, portanto, não escolhemos por quem vamos nos apaixonar, de outro, pode ser um tanto árduo convier com alguém cujos gostos, comportamentos e projetos de vida são totalmente diferentes.

Especialista nas questões do feminino e masculino, o psiquiatra e psicoterapeuta Dr. Luiz Cuschnir acredita que determinadas características podem provocar uma

Mais de 50 – 20/01/2012 – Illana Ramos

Especialistas falam sobre a chegada da maturidade e suas vantagens

Envelhecer não é nada fácil. Alguns dizem que envelhecemos desde o momento em que nascemos, porém outros afirmam que o processo de envelhecer se dá bem mais tarde, lá pelos 50 anos de idade. Nos dias de hoje, com a ciência e a tecnologia dando um empurrãozinho, envelhecer pode e deve ser prazeroso. E para que a teoria se aplique na prática é preciso entender melhor aquilo que todos costumam chamar de “a melhor idade”.

Menopausa, oscilações de peso, problemas de saúde,