Não há como ensinar a forma de escolher e cuidar dos amores. Há de vivê-los e continuar aprendendo sobre si, e assim aproveitá-los para desenvolver a sua experiência na arte de amar. A frase é do psiquiatra Luiz Cuschnir, autor deste livro. Para a criação da obra, ele escutou diversos depoimentos de pacientes, e analisou o que não presenciou nem ouviu, mas que interferiu em anos com eles. Há características do jeito masculino e do feminino de se comportar. Entender o que os homens e mulheres dizem – e sobretudo o que escondem em sua fala –

Do ponto de vista psíquico, o que é ser mulher?

Sem saber defini-la pois é impossível restringir a uma só visão, arrisco que são tantas quantas as variações que indicariam os tons do Pantone, cartela que se usa para definir as cores. O psiquismo feminino sofre influências enormes do ambiente, que por sua vez estão atreladas à educação que elas recebem, às experiências que vivem ao longo da vida e às condições particulares individuais para enfrentá-las.

Há aspectos em comum? Sim, pode ser, mas ainda de acordo como cada uma pode tomar para si o cuidado com o seu emocional.

– Gostaria que destacasse três generalizações que normalmente escutamos sobre as mulheres e desmistificasse cada uma delas separadamente, por favor. Por que elas são afirmações equivocadas?

1- Mulheres são frágeis e delicadas: esta talvez seja a generalização mais comum e discutida. Uma mulher pode ser sensível, cuidadosa, atenciosa e amorosa mas se manifestar sem tanta delicadeza e muito menos ser delicada. É preciso entender a forma de demonstrar a sensibilidade de maneira individual, nem sempre na delicadeza está o lado sensível de uma mulher.  Falo muito sobre o “poder” feminino residir justamente nos aspectos relacionados a sua identidade como tal no meu livro “Como

*No seu livro “Por dentro da cabeça dos homens”, você fala de diferentes tipos de homens. Quais tipos são esses?

Neste livro falo de vários tipos de homens, já que não se pode dizer que os homens são somente de um jeito. Precisamos utilizar características mais comuns e que conciliem em maneiras de ser que vários podem ter.

Digo isso porque nunca se pode afirmar que todos seriam introvertidos já que temos os que gostam de se expor, pelo menos mostrar quem são para serem reconhecidos.

Outros são mais discretos, chegando a serem introvertidos ou retraídos, que detestam que se

A ideia é mostrar para a leitora como dá para contornar ou tentar evitar o divórcio quando ela se depara com as seguintes situações: Situações inúmeras podem ocorrer mas levantando alguns desses pontos, tentarei explicar um pouco mais o que pode provocar gatilhos que indicam o caminho destrutivo de um relacionamento que supostamente teria o interesse de ambos que perdurasse.

Mostro também o que pode estar por detrás daquilo que é tão aparente e objetivo, que poderia tomar um rumo menos comprometedor se pudesse ser visto mais amplamente ou profundamente.

Tudo pode ser discutido de uma maneira mais ampla e

Redatora: Ana Paula Costa                                                     Jornal A Tribuna (Vitória, ES)

* Em um artigo, um colunista que explora o universo masculino disse que o homem, no dia a dia, é mais frágil do que aparenta para a mulher. Ainda é um tabu para eles mostrar essa fragilidade?
Essa fragilidade é relativa e como tudo, depende do lugar de onde ela é vista e avaliada. Costuma-se dizer isso em relação ao lidar com a expressão

Entrevista do Dr. Luiz Cuschnir para Revista Máxima de                 Portugual – Por Sofia Teixeira

HOMENS À BEIRA DE UM ATAQUE DE NERVOS

Numa sociedade que valoriza cada vez mais a sensibilidade e a cooperação, atributos masculinos outrora importantes como a autoridade e a virilidade são agora questionados. Muitos adaptaram-se, outros deixaram de saber quem são. Estarão os homens a enfrentar uma crise de masculinidade?

 

O psiquiatra brasileiro Luiz Cuschnir estuda e escreve livros sobre este tema há mais de 30 anos. E defende que, olhando para trás a situação para os homens já foi pior. Nos anos 90,

  1. Queremos saber um pouquinho sobre você, sua carreira e seus livros.

 

Cuschnir por Cuschnir

Eu poderia ter sido engenheiro, arquiteto ou administrador de empresas, mas quando assisti o filme Freud, Além da Alma me fascinei com a Psiquiatria e decidi meu destino profissional. De repente, aos 17 anos, me vejo longe da família, cursando medicina na Faculdade de Ciências Médicas de Santos, mas ao invés de me dedicar apenas à psiquiatria, resolvi estudar todas as matérias médicas. Queria me preparar mais amplamente primeiro.

Nos meus primeiros anos como psicoterapeuta, atendi um número grande de adolescentes. Nas sessões

No seu livro “Por dentro da cabeça dos homens”, você fala de diferentes tipos de homens. Quais tipos são esses?

Neste livro falo de vários tipos de homens, já que não se pode dizer que os homens são somente de um jeito. Precisamos utilizar características mais comuns e que conciliem em “maneiras de ser” que vários podem ter.

Digo isso porque nunca se pode afirmar por exemplo, que todos seriam introvertidos já que temos os que gostam de se expor, pelo menos mostrar quem são para serem reconhecidos. Outros são mais discretos, chegando a serem introvertidos ou retraídos, que detestam

“E VIVERAM FELIZES PARA SEMPRE…”
BOM SERIA SE TODOS OS CASAMENTOS NA VIDA REAL FOSSEM SEMPRE TÃO INCRÍVEIS COMO OS DOS FILMES. SÓ QUE FORA DE HOLLYWOOD
A GENTE TEM DIAS BONS, DIAS RUINS E DIAS EM QUE BATE AQUELA VONTADE DE DESISTIR. MAS, ANTES DE JOGAR A TOALHA, QUE TAL PARAR, RESPIRAR FUNDO
E VER SE TEM JEITO DE VIRAR ESSE JOGO?
RAFAELA POLO

AQUELA HISTÓRIA DE QUE O CASAMENTO SÓ TERMINA QUANDO “A MORTE OS SEPARE” NÃO É VERDADE.
Nem todo mundo tem final feliz. De acordo com o IBGE, nos últimos 30

A ideia é mostrar para a leitora como dá para contornar ou tentar evitar o divórcio quando ela se depara com as seguintes situações:
Situações inúmeras podem ocorrer mas levantando alguns desses pontos, tentarei explicar um pouco mais o que pode provocar gatilhos que indicam o caminho destrutivo de um relacionamento que supostamente teria o interesse de ambos que perdurasse.
Mostro também o que pode estar por detrás daquilo que é tão aparente e objetivo, que poderia tomar um rumo menos comprometedor se pudesse ser visto mais amplamente ou profundamente.
Tudo pode ser discutido de uma maneira

Estamos fazendo uma matéria sobre coisas que não devem ser ditas aos homens pelas mulheres. Isso porque as mulheres e os homens têm seus pontos fracos em temas diferentes, e as mulheres nem sempre percebem que um determinado assunto é um tabu masculino.  
 
Considerando isso, seguem as perguntas abaixo: 
  
* Em um artigo, um colunista que explora o universo masculino disse que o homem, no dia a dia, é mais frágil do que aparenta para a mulher. Ainda é um tabu para eles mostrar essa fragilidade?  
Essa fragilidade é relativa e como tudo,

O número de divórcios cresce a cada ano no mundo, e o Brasil acompanha esta estatística. As pessoas se casam menos, e o casamento passa a ser visto como ultrapassado. Usando como base a experiência que adquiriu ao resgatar inúmeros relacionamentos de situações de crise, Dr. Luiz Cuschnir propõe uma nova perspectiva para a união matrimonial. Levando em consideração as mudanças de rotina da vida contemporânea, ele apresenta uma maneira mais atual de enxergar o casamento e demonstra que é possível mantê-lo saudável, mesmo em tempos de grande individualismo. Ainda vale a pena é um verdadeiro manual

DETOX EMOCIONAL: Como fugir da relação tóxica, um veneno da modernidade

                                                      Entrevista da revista VIP – outubro, 2015 (Lidice-Bá)

Sua vida pode estar sendo detonada por confusão, estresse, tensão e até dor. Sabe quem pode estar envenenando você? O   irmão, seu chefe, a namorada, o amigo.

COMO DIZIA SARTRE, O INFERNO SÃO OS OUTROS!

Dois mil anos antes de Cristo os gregos já usavam flechas envenenadas. Para criar fumaça tóxica durante os

    Entrevista na Tribuna Judaica (Joel Rechtman)

Luiz Cuschnir diz que é preciso tolerância e empenho para construir o Shalom Bait

Luiz Cuschnir tem mais de 35 anos de experiência como psiquiatra e psicoterapeuta. Formado pela Faculdade de Ciências Médicas de Santos, graduado pela Faculdade de Medicina da USP e especializado em psicodrama, ele é percursor no Brasil do Gender Group, que reúne grupos masculinos e femininos em vivências e debates sobre o que é ser homem ou mulher nos dias de hoje, quando há uma mudança de paradigma no papel de cada um dentro da sociedade e da família.

Nesta

Pode parecer que há um prolongamento na dependência dos filhos, quando se fala do ponto de vista econômico mas por outro lado, há um distanciamento maior, emocional, propiciado pela amplitude que os canais de informação oferecem para a apresentação do que é o mundo para eles. Não é só o progenitor que oferecerá os mais importantes caminhos para esse filho se tornar um homem e essa filha uma mulher. Ele sairá por aí e receberá muito, com uma qualidade distinta ao que um vínculo paterno proporcionaria.

 

Esse distanciamento afeta a relação afetiva, a troca inexistente ou interrompida que propicia

ENTREVISTA A REVISTA CLAUDIA (Gabriela Abreu) 


 

CLAUDIA – Como elas podem aprender de novo a incluir isso na rotina, já que é um outro tempo, os códigos são outros, o que é preciso fazer? Algo bem prático. 


Primeiro se dar conta que há uma mudança real, que mesmo que o desejo existe em manter viva a memoria, a sensação de estar junto com a outra pessoa, isso não é mais verdade. A partir daí começa o tempo de luto, de término emocional, de despedida de uma fase de vida. Para algumas pessoas leva mais tempo, que aliás

Entrevista ao jornal A Tribuna de Santos (MAURÍCIO MARTINS)

 

A Tribuna – Quando falamos em depressão, o que há de novidade em pesquisas sobre a doença e quais as diferenças de sintomas em homens e mulheres? O que há de mais novo em tratamento?

Hoje falar de depressão é muito diferente do que já foi em décadas passadas. O preconceito a diagnósticos e doenças psíquicas é muito menor e com isso, o acesso a tratamento fica mais fácil. A ampliação dos métodos diagnósticos e do conhecimento médico sobre ela, facilitaram muito o entendimento e a aceitação da sociedade como

Publicada em Nova – Cosmopolitan (julho, 2015)

Bárbara dos Anjos Lima e Adriane Schultz

Um boy errado atrás do outro.

Resultado? Você apenas “não está mais disposta” a se abrir a outra decepção.

Se sua vida amorosa anda tão parada quanto o feed do Instagram no domingo de manhã, temos um puxão de orelha amigo pra dar: quem se fecha para o amor perde muito do bom da vida.

“Ai, eu não tenho mais tempo pra perder com homem errado, sabe?”, você sentencia depois que mais um peguete cai para o limbo da lista dos quase: outro

Entrevista a Revista Claudia

Gabriela Abreu: 
- Como elas podem aprender de novo a incluir isso na rotina, já que é um outro tempo, os códigos são outros, o que é preciso fazer? Algo bem prático. 


Primeiro se dar conta que há uma mudança real, que mesmo que o desejo existe em manter viva a memoria, a sensação de estar junto com a outra pessoa, isso não é mais verdade. A partir daí começa o tempo de luto, de término emocional, de despedida de uma fase de vida. Para algumas pessoas leva mais tempo, que aliás precisa ser

Entrevista a Marina Oliveira para o site UOL – Mulher

 

*O primeiro ano do casamento é um período decisivo e até sensível para o casal? Por quê?


Com certeza. Em geral ele vem de uma data muito esperada que na verdade se compõe de uma expectativa gerada no tempo que a antecede. Às vezes longos anos, uma parte da existência para o que significa o casamento e o dia em que acontecerá algo muito esperado como uma comemoração muito especial. Isso tudo gera um estresse e como sempre, o pós estresse também responde com emoções relacionadas. Com essa configuração

Daniela Venerando

Em 15 de julho comemora-se o Dia do Homem no Brasil —celebrado internacionalmente em 19 de novembro. Por aqui, a data foi proposta pela Ordem Nacional dos Escritores, em 1992, com o objetivo principal de lembrar dos cuidados com a saúde do homem. Também foi instituída para discutir a igualdade entre os gêneros masculino e feminino e o paradigma do homem contemporâneo, que já não segue o mesmo padrão comportamental do século passado. Para trazer à tona essas mudanças, conversamos com o psiquiatra Luiz Cuschnir, autor dos livros ‘Por Dentro da Cabeça dos Homens’ (Editora Planeta) e ‘Ainda

Portal Uol – Jornalista Louirse Vernier
Entrevista Concedida – 16/01/2015

 
Portal Uol – Qual é a melhor forma de colocar um ponto final numa relação que já chegou ao fim? Como terminar bem um relacionamento, minimizando mágoas?

Luiz Cuschnir – Primeiro lembrar que o tempo que estiveram juntos teve uma importância para os dois. Nada que se fizer vai recuperar esse tempo e valorizá-lo é tão importante como avalia-lo para a sequência da vida. Uma boa terapia vai ajudar muito, inclusive para preparar e prevenir reincidências inadequadas.

Portal Uol – Terminar a relação pessoalmente é realmente mais

Romance Duradouro

Confira dicas para que a relação não se desgaste com o tempo, dada por Luiz Cuschnir, psiquiatra e psicoterapeuta com 40 anos de experiência, que acaba de lançar o livro “Ainda vale a Pena”: Cultivar para Manter os Vínculos de Amor (Editora Planeta). ” No casal a individualidade de cada um precisa ser respeitada. E nada é impossível se queremos mesmo ter uma relação saudável. “Relacionamento é um refazer, constante, dos laços”, observa.

1 –  Aceite que os dois não serão felizes o tempo inteiro, mas que construirão a felicidade a cada passo da vida juntos.

2 – Não confunda

Revista Claudia Fevereiro/2015                                                   Dagmar Serpa

Com mais um livro sobre o tema saindo do forno, o psiquiatra Luiz Cuschnir diz que nunca vivemos tempos tão propícios para a vida a dois. Confira esta entrevista inspiradora e conselhos práticos para ser ainda mais feliz no relacionamento.

Tanto a mulher quanto o homem ganharam liberdade graças ás muitas mudanças das ultimas décadas. Os papéis de um e de outro já não são únicos e estanques. Ela hoje

Revista Marie Claire – Jornalista Carla Castellotti
Entrevista Concedida – 15/12/2014

RMC – Devo alertar minha amiga que ela está namorando um canalha ou não?

Luiz Cuschnir – Primeiro estamos falando dessas duas posições que merecem um dimensionamento bem específico: quanto há de amizade entre as duas e o que está acontecendo para ser esse o melhor jeito de demonstrá-la. Muitas avaliações precisam ser feitas e nem sempre se têm condições de avaliar com um distanciamento necessário para dimensionar cada uma dessas posições.

RMC – Que consequências devo assumir quando coloco uma bomba dessa nas mãos dela? Será que

Revista Marie Claire Fevereiro/2015

Quando você flagra o parceiro de uma pessoa querida pulando a cerca, tem a obrigação de interferir ou o direito de fazer vista grossa para preservar a felicidade do casal? Conversamos com quem passou por isso – ou estudou o caso – para saber quando é hora de agir.

Qualquer decisão a ser tomada pode ferir sentomentos – os dela e os seus. De tão mergulhada no romance, sua amiga pode não acreditar no alerta – e, então, o elo de confiançã que as unia se romperia para sempre. Se optar por não falar nada e

Revista Época – Jornalista Nathalia Bianco
Entrevista Concedida – 10/09/2014

 
Época – Falamos com três agências de encontros e uma que oferece cursos de sedução e em todos houve uma crescente no número de pessoas que se inscreveram de um ano para cá. O que pode explicar esse aumento?

Luiz Cuschnir – A liberdade que a pessoa tem de procurar esse processo de conhecimento de alguém vem da sua experiência com isso. Os que entram nesse processo, os novos inscritos, em geral recebem o estímulo de outros, que os encorajam. Com a propagação da informação de que

Site Uol – Jornalista Simone Cunha
Entrevista Concedida – 04/09/2014

Uol – O fato de uma pessoa apaixonar-se por alguém comprometido e submeter-se a essa situação demonstra alguma vulnerabilidade emocional?

Luiz Cuschnir – Uma pessoa inacessível não se deixará apaixonar-se por ninguém. Está trancada e impossibilitada de se entregar como de receber quaisquer movimentos em direção a ela que indiquem a possibilidade de um romance. Assim estamos perante uma situação de invulnerabilidade máxima. A partir disso temos as aberturas que cada um dá para que apareça alguma chance de relacionamento. Em geral as pessoas restringem pelo menos algumas abordagens,

Folha de São Paulo – Jornalista Juliana Vines
Entrevista Concedida – 19/11/2014

FSP – Primeiro, é possível responder à pergunta de um milhão de dólares: por que as pessoas traem?

Luiz Cuschnir – Posso dizer que traem porque são pessoas, seres humanos e não estereótipos de divindades ou seres perfeitos como se idealizam e são idealizadas. Por outro lado, acabam traindo por não terem conseguido controlar algo que desejam, condutas que se impuseram ou foram impostas para a preservação monogâmica de um relacionamento.

FSP  – Vi pesquisas de sites de traição que elencam motivos, como falta de sexo, monotonia, falta de

MEDO DE CASAR    Jornal A Tribuna – Jornalista Roberta Peixoto
Entrevista concedida – 18/08/2014

A Tribuna – Há pessoas que realmente têm medo e fogem de casamento? Podemos explicar o motivo de agirem assim?
Luiz Cuschnir – A imagem do casamento para cada um é construída de várias maneiras, ao longo da vida e atualizada no que a pessoa está passando numa determinada fase de vida. Se a pessoa cresceu com esse medo, os motivos devem estar relacionados ao que ela viu e participou dentro e fora de casa. Paralelo a isso, fugir do casamento também pode

Jornal A Tribuna – Jornalista Roberta Peixoto
Entrevista concedida – 14/07/2014

A Tribuna – Podemos afirmar que as mulheres enxergam os homens de forma equivocada? Comente, por favor.
Luiz Cuschnir – O equívoco se dá quando elas querem ver o homem que as atenda em suas necessidades e com seus valores e não como eles são simplesmente por serem homens, diferentes delas. Gostariam que os homens tivessem a sensibilidade e a visão de mundo que elas tem e isso pode chegar até a revoltá-las. Aconteceu com muitas leitoras do meu livro mais recente “Por Dentro da Cabeça dos

Revista marie Claire – Dolores Orosco Ferreira
Entrevista concedida – 05/08/2014

Marie Claire – Quais são os principais “sintomas” do abuso emocional em uma relação conjugal?
Luiz Cuschnir – A imposição de um comportamento com uma pressão psicológica, implícita ou não, poderíamos dizer que caracteriza mais amplamente o abuso. As respostas a esse abuso vão do medo de agressões físicas, gestos, comportamentos ou palavras que desvalorizam e ameaçam o outro. A repetição disso com o desenvolvimento de dependência do outro é um sintoma típico de uma relação de abuso.

Marie Claire – Humilhação e deboche estão entre esse

Revista Claudia – Jornalista Liliane Oraggio
Entrevista concedida – 05/03/2014

Homens e mulheres têm disponível drives distintos em relação a vários assuntos: amor, sexo, diálogos, corpo, tempo etc. Como falo no meu livro “Por dentro da cabeça dos homens” (Ed. Planeta). A genética não nos deixa mentir. Mulheres são XX e homens, XY. Uma única letra, e a confusão foi armada.

A vida sexual para elas pode ter um espaço vital como uma declaração de amor a cada relação e para o homem ter um sentido estrito de alívio e relaxamento.
Com o transcorrer de um relacionamento mais

Uol Comportamento – Jornalista Thais Carvalho Diniz
Entrevista concedida 24/07/2014

Uol – Por que a ideia de felicidade está sempre ligada a um relacionamento amoroso?

Luiz Cuschnir – A relação a dois completa um ciclo da vida que vai do nascimento, crescimento e desenvolvimento do indivíduo para chegar numa fase mais madura e criar um vínculo com outra pessoa. É claro que há diversas possibilidades de se formar este vínculo e que ele possa completar este percurso mas estou dando esse caminho mais geral para juntar essas duas instâncias: felicidade e relacionamento amoroso. Felicidade é um termo usado para

Entrevista concedida para Revista Claudia – 11/08/2014

Revista Claudia – Muitas vezes, a felicidade está associada ao relacionamento amoroso. A busca excessiva por um parceiro afetivo pode atrapalhar a felicidade? Antes de qualquer coisa, para ser feliz num relacionamento, é preciso saber ser sozinho?

Luiz Cuschnir – Há uma noção de que estar sozinho é ser infeliz. Uma das origens desse pensamento é religiosa quando é colocada a importância do homem ter uma companheira associando a razão da vida que Deus criou. Com a evolução das relações criaram-se os conceitos de família implicando numa união que traria os descendentes e

Site Abílio Diniz – Renata Pessoa – fevereiro/2014

Pergunta: É comum a pessoa impaciente não reconhecer este defeito? Quais os principais sintomas da irritabilidade?

Luiz Cuschnir: Não dá para dizer que é comum mas pode acontecer, mas isso não indica que essa pessoa não aceite de alguém mais próximo, com certo jeito, acessá-la e conseguir mostrar a ela como ela está se comportando. É muito comum eu ver em casais, em fase de reconciliação ou de conflitos intensos entre os dois, que um deles, com mais tranquilidade e no momento certo, conseguirem dizer para

Quando as publicações femininas tentam entender o que se passa na cabeça dos homens, quase sempre se perdem no marasmo de perguntas e respostas prontas, requentadas à exaustão e que, no máximo, revelam a ponta do iceberg.

Portanto, se você realmente quiser compreender o que os homens pensam e por que agem como agem, o caminho é ir além do que está na superfície. Esqueça clichês e generalizações e leia este livro, no qual o dr. Luiz cuschnir oferece um retrato completo e fiel da mente masculina. Você vai saber quais são os tipos de homens, como funcionam,

Novo livro do psiquiatra Luiz Cuschnir, que traz apresentação escrita pela jornalista Mônica Waldvogel e será lançado no próximo dia primeiro de agosto na FNAC Paulista, é dedicado a mulheres contemporâneas e independentes em busca de equilíbrio entre vida profissional, social, familiar e amorosa.

“A vida não está fácil para ninguém. Depois de um dia desgastante, no qual só uma mulher como você teria conseguido chegar viva até o fim, você encontra suas amigas. Estão todas radiantes e você logo pensa: “Que vida boa! Se fizessem metade de tudo que eu faço, elas estariam ferradas”. Só que o

Muita gente acredita que ser homem envolve, antes de mais nada, força, coragem e tenacidade. Se possível, com uma boa dose de inteligência, criatividade, sensibilidade e – sempre – com uma pitada de muita virilidade. Quando ao assunto “nova mulher”, as mesmas pessoas acham que ele n@atilde;o tem nada de novo, e que as mulheres procuram, como há pelo menos dez mil anos, homens que sejam reprodutores, provedores e, na medida do possivel, companheiros. Será verdade?

Será que o relacionamento homem/mulher ficou tão mecânico que não há lugar para o sentimento?

Em Masculino, Luiz

Geralmente, mulheres passam horas conversando ao telefone, gostam de dividir alegrias e aflições, trocam elogios e declaram constantemente a importância de uma para outra. Já os homens, normalmente, não são adeptos de longas conversas, encontram amigos na mesa de bar ou em um campo de futebol para falar sobre amenidades. Mas isso não indica, de maneira alguma, que a amizade masculina é menos importante ou verdadeira do que a estabelecida entre as mulheres.

Para o psiquiatra Luiz Cuschnir, idealizador do IDEN (Centro de Estudos da Identidade do Homem e da Mulher) e autor do livro “Por

Conversando com Dr. Luiz Cuschnir – Glorinha Cohen

PERGUNTA: Meu nome é Cristiane e venho lendo muito sobre seu trabalho, principalmente relacionado às crises dos homens. Realmente é incrível admitir que os homens sabem mais sobre as mulheres do que o contrário.

Estou tendo um problema muito sério com meu noivo. Ele tem 36 anos, e morava em uma cidade chamada I. S.. Durante muitos anos ele vem tentando sair para poder trabalhar com o que gosta realmente. Recentemente ele se mudou para São Paulo e está trabalhando finalmente com o que gosta. Ele é jornalista e vem de uma

Conversando com o DR. Luiz Cuschnir – Glorinha Cohen

PERGUNTA: Dr. gostaria de um conselho. Estou namorando uma pessoa uns 15 anos mais velha que eu. Ele é separado e eu sou solteira. Acha que poderia dar certo? A situação é a seguinte: tenho meu ex que vive querendo estragar meu relacionamento. Esse é um homem é sofrido, pois a ex o traiu. O que devo fazer para mostrar que sou diferente pois é inseguro. Agora veio com uma estória que ele tem uma amiga de 27 anos e ele vive dando conselhos à ela…ela disse que não quer ele pois