A PARTIR DO CONTEÚDO DE SITUAÇÕES TRAUMÁTICAS QUE VIVEMOS, VÁRIAS CRENÇAS DE ASSOCIAÇÕES COM DESEJOS NÃO REALIZADOS. ESTAS VÃO SE ESTABELECENDO DE ACORDO COM OS NOSSOS SONHOS.

AS SITUAÇÕES INDESEJADAS OU FRUSTRAÇÕES REPETITIVAS SEDIMENTAM AS CRENÇAS COMO VALORES ABSOLUTOS.

“ACONTECEU! É ISSO MESMO! VAI SEMPRE SE REPETIR…”.

COMEÇAM OS TEMAS QUE COMPORÃO O CENÁRIO QUE ORNARÁ COM UMA PERFORMANCE DE UM PERSONAGEM DERROTADO QUE DISTANCIA DA NOSSA ESSÊNCIA, DA NOSSA VERDADE.

O NOSSO SER FERIDO ESTÁ RELACIONADO COM OS IMPEDIMENTOS QUE REPRIMEM O NOSSO POTENCIAL CRIATIVO E EXPONTÂNEO EM VÁRIOS CAMPOS DA VIDA (AFETIVO, PROFISSIONAL, FÍSICO, SEXUAL, AMOROSO,

Como você observa e avalia o “ser solteiro” durante essa pandemia, levando em conta que muita gente está isolada e sem poder encontrar com as pessoas?

Vamos começar pelos solteiros que estamos falando…

O que nunca casou, e está sem um relacionamento definido ou até que nem encontrou o seu par. Se for com um perfil de quem buscava ativamente, saia para encontrar alguém que poderia se interessar, frequentava lugares possíveis de conhecer, está realmente desassistido pelos ambientes. Pode ser alguém que use os aplicativos de busca de parceiros mas este que estou descrevendo precisa do ambiente para expor

CAMILA TUCHLINSKI – O ESTADO DE S.PAULO

15/08/2020, 08:00

Pessoas transformaram a percepção de relacionamento após isolamento social por causa do coronavírus

Dia do Solteiro na pandemia: estar solteiro, definitivamente, não é sinônimo de solidão Foto: arquivo pessoal

Estar solteiro é sinônimo de solidão? O Dia dos Solteiros 2020 será diferente por causa da pandemia de covid-19 e é justamente o isolamento social que está fazendo com que as pessoas reflitam sobre o assunto. 

Durante muitos anos, o tema foi tratado com certo tom de deboche ou até mesmo com requintes de julgamento como “aquela solteirona ali” ou

FALTA DE REFERÊNCIA DIFICULTA ‘PATERNIDADE ATIVA’, MAS HOMENS BUSCAM A CONSTRUÇÃO DE VÍNCULO COM FILHOS

Agosto 10, 2020

Não seguir o padrão familiar e romper com o que até pouco tempo atrás era considerado o lugar apenas de provedor é uma tarefa desafiadora no mundo masculino. Assim como para a mulher o papel de mãe nunca foi muito questionado, a paternidade sempre teve esse aspecto: o indivíduo trabalha fora, traz o dinheiro para casa e dá bronca nos filhos quando precisa. Nada de trocar fralda, dar mamadeira ou colocar para dormir, certo?

Porém, há um bom tempo, alguns

CDD – Crônicos do dia-a-dia – Jornalista Camila Tuchlisky

09/08/2020

CDD – Como você avalia a paternidade nos tempos atuais?

Luiz Cuschnir – Como sempre tem sido, a transformação dos papéis parentais se dá principalmente com os valores que a sociedade dá para a relação familiar, influenciada para cultura que a atinge.

As variações geográficas, religiosas, econômicas dentre outras, vão se infiltrando e dão os parâmetros, no caso aqui, da paternidade.

Enquanto tínhamos primordialmente a composição familiar quase indissolúvel, e a que poderia existir fora de um contexto moralmente aceito como segundas famílias de relações ditas adúlteras, o papel

Amor pode resistir à distância? Eles acham que sim

  • O Estado de S. Paulo
  • 10 Jun 2020
  • Gilberto Amendola Camila Tuchlinski

Pela primeira vez, passam a data longe um do outro Renan Tenca e Paula Cleveland.

Casais acreditam que o amor pode resistir ao distanciamento, até mesmo no dia 12.

Que nos desculpem os Tribalistas, mas essa coisa de “já sei namorar” tem soado um tanto pretensiosa. Será que sabemos mesmo? Com cada um na sua casa, dentro do seu quadrado, gastando horas no WhatsApp ou brigando com a conexão de internet (que insiste em travar

CAMILA TUCHLINSKI – Publicado no Portal Estadão 10/06/2020, 07:51

Namoro à distância ou casamentos antecipados: os efeitos da quarentena na vida dos casais

Unidos pelo amor, Lídice Leão e Ricardo Assumpção Fernandes promovem encontros virtuais na quarentena durante pandemia Foto: arquivo pessoal

Um relacionamento vivido como em um parque de diversões. Essa é a definição de namoro de Ricardo Assumpção Fernandes, de 47 anos, com a jornalista Lídice Leão, 50. Eles estão juntos há três anos. “Começamos a namorar em outubro de 2017, mais precisamente no dia 12. Na primeira vez que nos vimos, a conversa foi tão leve e

UOL – Jornalista Sibele Oliveira

17/04/2020

UOL –  O que caracteriza um abuso psicológico ?

Luiz Cuschnir – Há décadas passou-se a falar mais das agressões físicas às mulheres, muito evidenciada pelo movimento feminista que se fortaleceu mais por aqui na década de 80. Com as conquistas do lugar mais reconhecido da mulher na sociedade, busca-se também aspectos mais camuflados da relação dela com o homem e as conquistas sociopolíticas são evidentes como quando das agressões físicas pelas quais ela passa surge bem depois a Lei Maria da Penha. Ampliado o conceito de abuso nos relacionamentos, passa-se a falar mais do

Sibele Oliveira
Colaboração para o VivaBem
17/04/2020 04h00

RESUMO DA NOTÍCIA

  • A violência psicológica traz consequências para a saúde mental e física
  • Ela pode causar problemas como depressão, ansiedade e até pensamentos suicidas
  • Também afeta o corpo provocando alterações no sono, distúrbios alimentares, abuso de álcool e outras substâncias
  • Para se curar dos males causados por uma violência psicológica, o primeiro passo é ter a consciência de que ela está ocorrendo
  • Na maioria das vezes é preciso procurar de profissionais da saúde. Ignorar o sofrimento tende a agravá-lo

Os abusos psicológicos fazem parte de rodas de conversa, são discutidos na mídia, em

Quando se olha pela janela, tem-se uma enorme possibilidade de se proteger e se afastar do que está acontecendo lá fora. Mas não é só isso, essa proteção assim como esse isolamento dá a chance de não se contaminar com o que está a uma certa distância e mais: não se misturar com o que vemos mas não é nosso, do nosso jeito de ser, de pensar, de agir etc. Nessa pergunta temos que refletir sobre o que é a quarentena para todos nós: pode ser muito positiva e muito negativa. O positivo vai para o que podemos aprender com

Quando um jovem pensa que está fadado “pelas regras de uma sociedade cruel a nunca fazer sexo, porque é feio ou constrangido socialmente”, trata-se de um caso clínico com necessidade de terapia?

Essa determinação de estar fadado, dependente ou vitimizado por regras da sociedade, por si só leva a uma dúvida sobre como foram construídas essas crenças. Podem aparecer tanto em relação a sexo quanto a outros temas que pessoas colocam na sociedade o arbítrio de como devem ser. E é claro, em alguma instância sentem-se submetidas a uma crueldade que para ela é sentida mais claramente como abusadas ou

Dependendo das expectativas depositadas na vida a dois, a pessoa fica mais vulnerável à ansiedade e depressão e pode ter até alterações metabólicas

Fernanda Souza e Thiaguinho se separaram após 8 anos de união
Reprodução/Instagram

A atriz Fernanda Souza, 35, e o cantor Thiaguinho, 36, anunciaram a separação na segunda-feira (14), após 8 anos e meio de união. Por meio das redes sociais, o ex-casal explicou o motivo: “Percebemos que nossa relação se transformou numa linda amizade”. E garantiu que seguirá unido “até depois do fim”.

De acordo com o psiquiatra

Notícias.r7 – Jornalista Brenda Marques
Entrevista Concedida – 15/10/2019

R7 – Qual costuma ser a primeiro sentimento de uma pessoa em relação à separação ?

Luiz Cuschnir – Muitas vezes ele é “invisível” …para um deles ou para os dois: a relação está “falindo”, mas não percebem. Pode ser pelas brigas que até estão mais evidentes, mas pode ser pelo desinteresse pelo outro, falta de atração sexual ou pelo “esconderijo” que colocam suas verdadeiras necessidades, às vezes até escondendo de si mesmos.

R7 – Pode-se dizer que nessa situação os envolvidos ficam mais vulneráveis a distúrbios como ansiedade e depressão ?

Denúncia de abuso depende da segurança da mulher em vencer a vergonha

Modo como mulher vai lidar com o trauma depende de sua capacidade de resiliência, que é formada pela qualidade das relações, segundo especialistas

O medo de não ser compreendida leva à demora de denúncia de abuso, segundo os especialistas. E, não tomar uma atitude resolutiva, como fazer uma denúncia ou procurar ajuda de um psicólogo ou psiquiatra, pode acabar “perpetuando o abuso”, de acordo com o psiquiatra Luiz Cuschnir, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo. 

“Tudo dependerá da segurança