Do ponto de vista psíquico, o que é ser mulher?

Sem saber defini-la pois é impossível restringir a uma só visão, arrisco que são tantas quantas as variações que indicariam os tons do Pantone, cartela que se usa para definir as cores. O psiquismo feminino sofre influências enormes do ambiente, que por sua vez estão atreladas à educação que elas recebem, às experiências que vivem ao longo da vida e às condições particulares individuais para enfrentá-las.

Há aspectos em comum? Sim, pode ser, mas ainda de acordo como cada uma pode tomar para si o cuidado com o seu emocional.

– Gostaria que destacasse três generalizações que normalmente escutamos sobre as mulheres e desmistificasse cada uma delas separadamente, por favor. Por que elas são afirmações equivocadas?

1- Mulheres são frágeis e delicadas: esta talvez seja a generalização mais comum e discutida. Uma mulher pode ser sensível, cuidadosa, atenciosa e amorosa mas se manifestar sem tanta delicadeza e muito menos ser delicada. É preciso entender a forma de demonstrar a sensibilidade de maneira individual, nem sempre na delicadeza está o lado sensível de uma mulher.  Falo muito sobre o “poder” feminino residir justamente nos aspectos relacionados a sua identidade como tal no meu livro “Como

*No seu livro “Por dentro da cabeça dos homens”, você fala de diferentes tipos de homens. Quais tipos são esses?

Neste livro falo de vários tipos de homens, já que não se pode dizer que os homens são somente de um jeito. Precisamos utilizar características mais comuns e que conciliem em maneiras de ser que vários podem ter.

Digo isso porque nunca se pode afirmar que todos seriam introvertidos já que temos os que gostam de se expor, pelo menos mostrar quem são para serem reconhecidos.

Outros são mais discretos, chegando a serem introvertidos ou retraídos, que detestam que se

Entrevista do Dr. Luiz Cuschnir para Revista Máxima de                 Portugual – Por Sofia Teixeira

HOMENS À BEIRA DE UM ATAQUE DE NERVOS

Numa sociedade que valoriza cada vez mais a sensibilidade e a cooperação, atributos masculinos outrora importantes como a autoridade e a virilidade são agora questionados. Muitos adaptaram-se, outros deixaram de saber quem são. Estarão os homens a enfrentar uma crise de masculinidade?

 

O psiquiatra brasileiro Luiz Cuschnir estuda e escreve livros sobre este tema há mais de 30 anos. E defende que, olhando para trás a situação para os homens já foi pior. Nos anos 90,

  1. Queremos saber um pouquinho sobre você, sua carreira e seus livros.

 

Cuschnir por Cuschnir

Eu poderia ter sido engenheiro, arquiteto ou administrador de empresas, mas quando assisti o filme Freud, Além da Alma me fascinei com a Psiquiatria e decidi meu destino profissional. De repente, aos 17 anos, me vejo longe da família, cursando medicina na Faculdade de Ciências Médicas de Santos, mas ao invés de me dedicar apenas à psiquiatria, resolvi estudar todas as matérias médicas. Queria me preparar mais amplamente primeiro.

Nos meus primeiros anos como psicoterapeuta, atendi um número grande de adolescentes. Nas sessões

(Reportagem especial sobre o prefeito eleito João Doria (PSDB)

Será um perfil com informações sobre as preferências, qualidades e até algumas manias do futuro prefeito. )

Precisamos saber do sr. até que ponto as manias de uma pessoa, como estas citadas, são normais? E quando elas deixam de ser um excesso de zelo e passam a ser doença?

Há  uma tendência a generalizações de diagnósticos psiquiátricos na medida em que as  informações como um todo passam a ser de domínio e acesso público.

Paralelo a isso, informaliza-se termos no sentido de definir algum comportamento mas que somente estão evidenciando traços ou

No seu livro “Por dentro da cabeça dos homens”, você fala de diferentes tipos de homens. Quais tipos são esses?

Neste livro falo de vários tipos de homens, já que não se pode dizer que os homens são somente de um jeito. Precisamos utilizar características mais comuns e que conciliem em “maneiras de ser” que vários podem ter.

Digo isso porque nunca se pode afirmar por exemplo, que todos seriam introvertidos já que temos os que gostam de se expor, pelo menos mostrar quem são para serem reconhecidos. Outros são mais discretos, chegando a serem introvertidos ou retraídos, que detestam

DETOX EMOCIONAL: Como fugir da relação tóxica, um veneno da modernidade

                                                      Entrevista da revista VIP – outubro, 2015 (Lidice-Bá)

Sua vida pode estar sendo detonada por confusão, estresse, tensão e até dor. Sabe quem pode estar envenenando você? O   irmão, seu chefe, a namorada, o amigo.

COMO DIZIA SARTRE, O INFERNO SÃO OS OUTROS!

Dois mil anos antes de Cristo os gregos já usavam flechas envenenadas. Para criar fumaça tóxica durante os

SITE UOL (Marina Oliveira e Rita Trevisan)

Os primeiros meses após a oficialização da relação é um período de adaptação para o casal. O convívio diário trará desafios aos dois: acordos práticos deverão ser feitos o tempo todo e, ao enxergar o outro como ele realmente é, será preciso também driblar a frustração. Vale fugir de algumas situações que podem complicar o romance. Veja quais são a seguir.

 

NÃO CULTIVAR HÁBITOS COMUNS

Cada pessoa tem um ritmo e tentar impor uma rotina totalmente diferente a quem não está habituado a ela pode ser sufocante, mas criar hábitos em comum

Pode parecer que há um prolongamento na dependência dos filhos, quando se fala do ponto de vista econômico mas por outro lado, há um distanciamento maior, emocional, propiciado pela amplitude que os canais de informação oferecem para a apresentação do que é o mundo para eles. Não é só o progenitor que oferecerá os mais importantes caminhos para esse filho se tornar um homem e essa filha uma mulher. Ele sairá por aí e receberá muito, com uma qualidade distinta ao que um vínculo paterno proporcionaria.

 

Esse distanciamento afeta a relação afetiva, a troca inexistente ou interrompida que propicia

Entrevista ao Jornal A Tribuna de Vitoria (Ana Paula Costa)

Em vez de procurar sua cara-metade, alguns homens demonstram que preferem se equilibrar entre relacionamentos superficiais, saindo com várias mulheres ao mesmo tempo.

E para se esquivar de um compromisso mais sério, eles ainda lançam mão de um reper- tório de desculpas esfarrapadas, irritando a mulherada, que não aguenta mais o papo-furado do time masculino. O AT2 levantou com as solteiras quais são as frases mais manjadas usadas por eles, e a seleção de pérolas impressiona.

Especialistas explicam que esse tipo de comportamento, de enrolar uma mulher com muito lenga-lenga, evidencia

ENTREVISTA A REVISTA CLAUDIA (Gabriela Abreu) 


 

CLAUDIA – Como elas podem aprender de novo a incluir isso na rotina, já que é um outro tempo, os códigos são outros, o que é preciso fazer? Algo bem prático. 


Primeiro se dar conta que há uma mudança real, que mesmo que o desejo existe em manter viva a memoria, a sensação de estar junto com a outra pessoa, isso não é mais verdade. A partir daí começa o tempo de luto, de término emocional, de despedida de uma fase de vida. Para algumas pessoas leva mais tempo, que aliás

Entrevista a Revista Claudia

Gabriela Abreu: 
- Como elas podem aprender de novo a incluir isso na rotina, já que é um outro tempo, os códigos são outros, o que é preciso fazer? Algo bem prático. 


Primeiro se dar conta que há uma mudança real, que mesmo que o desejo existe em manter viva a memoria, a sensação de estar junto com a outra pessoa, isso não é mais verdade. A partir daí começa o tempo de luto, de término emocional, de despedida de uma fase de vida. Para algumas pessoas leva mais tempo, que aliás precisa ser

Entrevista à Radio Estadão

A satisfação feminina parece inatingível. As casadas sentem falta da liberdade do tempo de solteiras; as bem-sucedidas na carreira anseiam pela maternidade e amor; as solteiras querem casar-se; as mães em tempo integral querem maior liberdade…

A harmonia é possível para a mulher auto consciente, a que está em contato constante com sua essência. Só assim ela se fortalece para desempenhar todos os papéis com uma atitude integradora: fica forte e ao mesmo tempo flexível para encarar os desafios do cotidiano.

A identidade feminina deve ser formatada a partir de verdades construídas por si própria, longe

É possível construir uma carreira de sucesso e ainda ser mãe, esposa e tantas outras coisas que estejam na sua lista de prioridades. A harmonia é possível para a mulher auto-consciente, que esta em contato constante com sua essência. Só assim ela se fortalece para desempenhar todos os papéis com uma atitude integradora: fica forte e ao mesmo tempo flexível para encarar os desafios do cotidiano.

Portal IG – 8 de março 2014

A mãe é fundamental na missão de aproximar o marido dos filhos. Faça sua parte e una a família

1)A hora do parto

O pai pode participar desse momento maravilhoso. Peça a ele que assista, mas não force.

2)A amamentação

Na hora de amamentar, chame seu marido para ficar no quarto juntinho de vocês. Nada de achar que isso vai tirar o interesse sexual dele em você ou que vai prejudicar seu contato com o bebê. As sensações que você vai experimentar amamentando seu filho ficarão ainda mais completas ao ver seu companheiro compartilhar esse ato de amor com você.

Conversando com Dr. Luiz Cuschnir – Glorinha Cohen

PERGUNTA: Meu nome é Cristiane e venho lendo muito sobre seu trabalho, principalmente relacionado às crises dos homens. Realmente é incrível admitir que os homens sabem mais sobre as mulheres do que o contrário.

Estou tendo um problema muito sério com meu noivo. Ele tem 36 anos, e morava em uma cidade chamada I. S.. Durante muitos anos ele vem tentando sair para poder trabalhar com o que gosta realmente. Recentemente ele se mudou para São Paulo e está trabalhando finalmente com o que gosta. Ele é jornalista e vem de uma

Entrevista concedida à Revista Men’s Health – julho/2013

MH: Quais fatores psicológicos levam um homem a desenvolver obsessão pela forma física?

Luiz Cuschnir: Questões ligadas à insegurança psicológica de como está sendo considerado pelos outros, pode levar a necessidade de se apresentar fisicamente de uma maneira que o confirme a sua presença nesse sentido. A obsessão, que implica em uma subordinação a essa necessidade, no caso baseada nos aspectos físicos, torna um homem dependente ao extremo de se preparar fisicamente ao ponto de poder deteriorar outras atividades importantes de sua vida. Ele precisa dessa imagem física para se sentir aceito e

Raquel Paulino – iG São Paulo – 05/05/2012

Autoconhecimento e maturidade são essenciais para encarar a realidade da vida a dois

Imagine viajar para curtir o calor da Flórida e, ao sair do avião, descobrir que foi levada aos Alpes Suíços. Mesmo achando os dois destinos deliciosos, o choque com a mudança é brutal, já que nem roupas adequadas para o clima local você tem. É mais ou menos essa a sensação de muitos recém-casados, que idealizam um conto de fadas para depois do “sim” e, com a chegada da rotina e das contas a pagar na volta da lua-de-mel,

A Tribuna – ES – 29/01/2012 – Roberta Peixoto

O psicoterapeuta Luiz Cuschnir afirma que os homens têm dificuldade para identificar atitudes consideradas atraentes:

“O homem perante o espelho, massageando o rosto e fazendo a barba é um dos momentos mais atraentes para elas”

Especialista nas mais difíceis e polêmicas questões que envolvem o ser humano, o psiquiatra epsicoterapeuta Luiz Cuschnir, autor de livros como “A Mulher e Seus Segredos – Desvendando a Alma Feminina”, afirma que, com a ampliação do contato pessoal, a mulher pode se sentir atraída pela comunicação verbal e pelo conteúdo do homem.

AT2: O que

Entrevista concedida para a Revista Ana Maria

Vanessa Vieira: Mentir é um artifício comum entre os jovens para conseguir fazer coisas que, em outra situação, não seriam aprovadas pelos pais, como viajar com o namorado ou ir a locais potencialmente perigosos. Esse tipo de “mentira” faz parte do amadurecimento? Como os pais devem lidar com isso?

Luiz Cuschnir: Mentira não é sinal de amadurecimento. Nem o apressa nem facilita. O que muitas vezes ocorre é que cria um clima de perseguição e depois muitas dificuldades de manterem coerentes para manter a seqüência da mentira, que em geral mais mentira. Cria

Concedida a Mauro Silveira – Revista Época – 07/10/2011

Revista Época: Dr. Cuschnir: o dinheiro tem significados diferentes para o homem e para a mulher? Em caso positivo, por que?

Luiz Cuschnir: Não dá para se dizer que há uma grande diferença como um todo. Particularizar somente pelo gênero seria uma generalização perigosa. Poderíamos indicar algumas tendências que se verificam mais com um ou com outro. Para os homens, a compra de bens materiais como patrimônio ou carro, tem a característica do masculino assim como para mulheres roupas ou jóias indicam o feminino. Ambos hoje em dia pensam em segurança

Concedida a Chris Bueno – Uol Ciência e Saúde- 25/09/2011

Revista UOL: O conceito de macho alfa e macho beta são conceitos realmente utilizados Na psicologia, ou são apenas uma construção social? Como a ciência vê essa definição?

Luiz Cuschnir: São conceitos que diferenciam atitudes diversas, no caso de homens e principalmente relacionados a atitude para com a mulher e seus relacionamnetos com ela. Não há uma descrição científica nem do ponto de vista psiquiátrico nem psicológico que unifique esses conceitos. Podemos dizer mais que é um jeito do homem ser levando em consideração a sua masculinidade e como a

Entrevista concedida à Folha de São Paulo

Pergunta: Os homens têm mesmo mais medo do compromisso ou, ao contrário das mulheres, eles não encaram qualquer namorico como uma possibilidade de relacionamento sério?

Luiz Cuschnir:: Não necessariamente é medo que eles têm. Um namorico é mesmo o que representa, sendo que depende muito do radar que ele está utilizando. Ele pode só estar “se” testando. Mas pode também estar testando a mulher, utilizando o seu arsenal de sensores. Cada um tem uma série deles que podem percorrer o físico dela, só o rosto, a vida profissional, econômica, social etc.

Pergunta: Por

Artigo Inédito – Luiz Cuschnir

Quando escrevi o meu primeiro livro (“Masculino, como ele se vê/Feminina, como o homem vê a mulher” ed. Saraiva) iniciei com um conto sobre esta polarização. Era ainda o final da década de 80 e os homens ainda nem sonhavam em se mobilizar para atender as reivindicações delas. Este conto tratava de um homem e uma mulher que queriam estacionar seus carros em uma vaga que daria somente para um. Ele chamando-a de histérica e ela chamando-o de “não cavalheiro”. Resumindo a mulher que espera um cavalheiro, ou um homem que espera uma dama, estariam

Entrevista concedida à revista IstoÉ

IstoÉ: O sr. acha que hoje em dia as mulheres estão cada vez mais tomando a iniciativa no jogo da conquista ou elas ainda acham que devem ser conquistadas?

Luiz Cuschnir: As mulheres estão mais livres para tomar a iniciativa, ou pelo menos expo-las com mais clareza. Isso não deve ser confundido com elas terem uma correspondência maior pois continuam insatisfeitas com as respostas dos homens. Muitas se incomodam com as atitudes masculinas de serem “escolhidas” como num leilão. Quanto maior a autoestima feminina, mais se sentem seguras em escolher, mas não precindem do cortejo

Entrevista concedida ao Jornal do Comércio – Caderno Família

Homens que vivem, trabalham ou estudam em um ambiente onde reinam as mulheres.

Cinthya Leite: Como se dá a troca de experiências? Como ambos os sexos podem tirar proveito dessa relação?

Luiz Cuschnir: Há uma certa diferença entre trabalho e estudo, pois a disputa em um ambiente de trabalho fica mais clara. Nos estudos muitas vezes os homens se apoiam na organização e zelo feminino e entram comumente em uma aliança com elas. As mulheres por sua vez aproveitam do contato com eles para verificar uma outra organização mental, um encadear

Entrevista Concedida a Revista Capricho (coluna SOS)

Ana Paula: Como definir machismo nos dias de hoje?

Luiz Cuschnir: É manter-se numa posição de acreditar que as mulheres só tem direitos a uma posição subserviente, dependente do que o homem deseja e deve servi-lo sem se desenvolver como mulher e ser humano mais amplamente.

Ana Paula: Os garotos de hoje ainda são machistas? Em que tipos de atitude podemos reconhecer essa característica?

Luiz Cuschnir: Querer que as garotas os satisfaçam, usá-las como objeto de satisfação sexual, ve-las com preconceitos se forem se desenvolver profissionalmente ou socilamente etc.

Ana Paula: Como diferenciar

Programa Inês de Castro – Bandnews – 07/2011

Inês de Castro: Almas gêmeas (que “milagre” é esse que acontece no encontro? É sorte encontrar uma dessas? É casualidade ou é disposição? Como se identifica o par ideal? Como abandonar a crença de que, se não for um par perfeito não vale à pena? O que é melhor, relações simétricas ou assimétricas? Para quê ter uma relação se sozinho tem mais liberdade? O quê se ganha com um relacionamento estável?

Luiz Cuschnir: Não dá para se dizer que a alma gêmea dura para sempre, se gêmea quiser dizer “ideal”. A melhor

Cuidar dos outros é importante e muitas vezes necessário, porém desde que você imponha limites para não se anular. Saiba como cultivar o bem-estar da família e os seus interesses pessoais sem se esgotar.

Uma por todos

Não bastassem as preocupações das mulheres com a administração da casa, a rotina de cuidados com o marido e os filhos e a dedicação ao trabalho, muitas vezes ainda é preciso se responsabilizar por outros familiares. Há casos que exigem atenção constante como, por exemplo, os pais ou sogros doentes ou viúvos; os irmãos ou cunhados com problemas financeiros; os sobrinhos que necessitam

“O equilíbrio de forças no emprego obrigou os pais a participar mais ativamente das tarefas domésticas. Os homens hoje estão mais envolvidos com a família, trocam mais carinhos com os filhos, com a mulher, querem exercer seu papel de modo integral. E o homem gostou desse papel. Podemos dizer que o ‘masculismo’ – a atitude do homem moderno, sensível, aberto ao afeto – venceu o machismo. E a sociedade valoriza mais esse homem do que antes.”

Revista ÉPOCA – Novembro de 2010

Entrevista concedida para a Revista AnaMaria – Roberta Cerasoli 25/7/2009

Roberta Cerasoli: Assim que a criança nasce, a mãe é quem lhe dá o peito e cria logo de cara uma relação de amor com ela. O pai tem que conquistar isso aos poucos. Nessa fase, como a mãe pode aproximá-lo do bebê?

Luiz Cuschnir: Incentivando – o e propiciando que se aproxime fisicamente dele. Não precisa entregá-lo totalmente, só permitir a aproximação física, pode ser um bom método para tirar o medo dele machucá-lo.

Roberta Cerasoli:Que atitudes a mãe deve evitar para não se isolar com a criança

Luiz

Globo VideoChat / Marie Claire – jun/07

Leia abaixo o chat Marie Claire na íntegra – Globo videochat

Moderador fala para a platéia: Boa noite! No chat da revista “Maria Claire”, entenda como os homens reagem à paixão. O convidado é o psicoterapeuta Luiz Cuschnir. Envie sua pergunta!

Dr. Luiz Cuschnir fala para a platéia: Boa noite, é um prazer estar com vocês.

Moderador apresenta a mensagem enviada por Angela_Lopes: E a história de que o homem se entrega mais do que a mulher? Dizem que quando um homem gosta de verdade, ele é capaz de fazer qualquer loucura, mas

“As pessoas casam por motivos religiosos, financeiros ou afetivos. Mas acabam traindo por motivos sexuais. A traição revela uma instabilidade emocional e geralmente é uma atitude circunstancial. é muito superficial dizer que a traição é consequência de um casamento que vai mal. Tem que se estudar a fundo quem é o traidor, a história afetiva dessa pessoa no passado, se foi ou é volúvel.”

“Os homens se tornaram o sexo frágil. Enquanto isso, as mulheres estão cada vez mais egoístas, autocentradas, voltadas para obter sucesso, poder e satisfação. Essa atitude se deve ao fato de elas estarem mais fortalecidas socialmente, economicamente e profissionalmente.”

Nexus – 10 de outubro de 2001