Maioria dos test-drives naufraga

A Tribuna

Para o psiquiatra e psicoterapeuta Luiz Cuschnir, a convivência pode ajudar a perceber se vale a pena ou não investir em um casamento com o parceiro.

Ele recomenda aos namorados que querem levar a relação para um compromisso mais sério a passarem alguns dias inteiros juntos, a fim de se conhecerem em variadas situações – e não apenas no jantar romântico, na viagem de férias ou final de semana, quando tudo é sempre bacana.

“Procure saber se ambos são compatíveis, inclusive, nas questões mais íntimas. A intimidade revela o que não é percebido antes de vivenciado. É o momento em que as grandes diferenças vêm à tona e conclamam a predisposição para enfrentá-las, experimentá-las e testar a consideração do outro”.

Sobre a idade certa para subir ao altar, Cuschnir explica que o primeiro casamento traz uma série de fantasias e expectativas, podendo ocasionar problemas. “As chances são maiores de que isso aconteça com os mais jovens, mas não exclui os não tão jovens. A questão é que os mais velhos, normalmente, já passaram por diversas situações, traumáticas ou não, e podem ser mais rígidos, com dificuldade de dividirem uma vida íntima.

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